Cota para captura de tainha de arrasto é ampliada em 430 toneladas em SC
- Jornal comunidade SC

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Uma portaria publicada no Diário Oficial da União ampliou a cota da pesca da tainha na modalidade de arrasto para mais 430 toneladas em Santa Catarina. Esse montante foi dividido da seguinte forma: 230 toneladas para o Litoral Norte e 200 para o Sul e a Grande Florianópolis. A cota de 230 toneladas vale para os seguintes municípios:
Araquari
Balneário Barra do Sul
Balneário Camboriú
Balneário Piçarras
Barra Velha
Bombinhas
Governador Celso Ramos
Itajaí
Itapema
Itapoá
Joinville
Navegantes
Penha
Porto Belo
São Francisco do Sul

A cota de 200 toneladas vale para os seguintes municípios:
Biguaçu
Florianópolis
Palhoça
Paulo Lopes
Garopaba
Imbituba
Laguna
Jaguaruna
Balneário Rincão
Araranguá
Balneário Arroio do Silva
Balneário Gaivota
Passo de Torres
A medida, publicada na quinta-feira (11), atende a uma reivindicação dos pescadores. Eles relataram que a presença do peixe, de nome científico Mugli liza, foi abundante em alguns locais, mas que a tainha não havia chegado em outros por causa das condições do oceano.
Diante disso, o Ministério da Pesca e Aquicultura fez uma análise comparando a pesca deste ano com dados históricos. A conclusão foi que, dos 28 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores.
Neste contexto, o Litoral Norte foi o mais prejudicado. Dos 14 municípios da região, em 12 os pescadores não conseguiram pescar tainha.
A suspensão da pesca por arrasto ocorreu no domingo (7). Dois dias depois, houve o comunicado da liberação para o Litoral Norte, mas ainda faltava a portaria que liberou a modalidade para o número maior de cidades.
Historicamente, as tainhas demoram mais para chegar nas praias da região Norte de Santa Catarina. A colônia de pescadores de São Francisco do Sul, por exemplo, disse que não tirou do mar nem duas toneladas do peixe até sexta-feira (12).





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