Florianópolis lança projeto para ampliar atendimento especializado em saúde mental
- Jornal comunidade SC

- há 19 horas
- 2 min de leitura

Em Florianópolis, o projeto de inclusão TEA Café será lançado na segunda-feira (22/6), às 19h, no Nomad Café, no bairro Trindade. A iniciativa tem como foco o acolhimento, a conexão e a inclusão, com o objetivo de fortalecer a rede de atenção à saúde mental e à neurodiversidade no município.
O evento será realizado pelo Instituto Priorit Florianópolis, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Prefeitura de Florianópolis e Governo Federal, reunindo autoridades, especialistas e profissionais que atuam nas áreas de saúde, educação e assistência social.
Segundo o CEO do instituto em Florianópolis, Rogério Ribeiro, o objetivo é atender cerca de 500 ou mais pessoas nos próximos dois anos, proporcionar a formação de 200 terapeutas, a capacitação de 150 educadores e a realização de 20 oficinas voltadas às famílias e à comunidade escolar.

O encontro marcará a apresentação de uma proposta de projeto de extensão com duração de até 24 meses, voltada à estruturação de um ambiente piloto de atendimento interdisciplinar e à qualificação de profissionais da rede municipal. A iniciativa contempla três eixos estratégicos de atuação.
O primeiro deles é o Atendimento Terapêutico em Saúde Mental, com gestão, avaliação e assistência interdisciplinar realizada por especialistas como neurologistas, psiquiatras, neuropediatras, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicomotricistas, musicoterapeutas e fisioterapeutas.
O trabalho prevê ainda intervenções psicossociais voltadas à regulação emocional, ansiedade, depressão e elaboração de Projetos Terapêuticos Singulares. O segundo eixo contempla a capacitação de profissionais terapeutas, por meio de formação continuada em Análise do Comportamento Aplicada (ABA), abordagens sensoriais, manejo de crises e comunicação funcional. Já o terceiro eixo é direcionado à capacitação de gestores, professores, monitores e assistentes terapêuticos da rede municipal de ensino, com workshops sobre inclusão, estratégias pedagógicas, adaptação de materiais didáticos, neurodiversidade e redução de preconceitos.





Comentários