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Movimento Mulher Viva articula rede de apoio e prevenção à violência contra mulheres em São José

  • Foto do escritor: Jornal comunidade SC
    Jornal comunidade SC
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Projeto-piloto será desenvolvido inicialmente nos bairros Campinas e Kobrasol



Representantes da Prefeitura de São José, da Fundação Municipal Educacional (Fundesj), da Câmara de Vereadores, por meio da Procuradoria Especial da Mulher, do Centro Universitário Estácio, da Guarda Municipal de São José, da Associação Síndicos de Valor, além de empresários de salão de beleza e barbearias participaram, nesta quinta-feira (14), de uma reunião para alinhar ações integradas do Movimento Mulher Viva, em São José.

O encontro ocorreu no auditório da Estácio, no bairro Barreiros, e teve como foco definir como cada parceiro poderá contribuir na construção de uma rede ativa de prevenção, acolhimento e fortalecimento das mulheres no município.

O projeto-piloto será desenvolvido inicialmente nos bairros Campinas e Kobrasol, regiões escolhidas pela alta circulação de pessoas e pela possibilidade de articulação com comércios, condomínios e lideranças locais. O Movimento pretende fortalecer a atuação em rede, conectando serviços públicos, universidades, lideranças comunitárias, associações e comércio local para ampliar o alcance das ações.



“A proposta é atuar em cinco frentes integradas: rodas de conversa e oficinas, campanhas permanentes, engajamento de homens aliados, acolhimento psicossocial e jurídico, e ações de autonomia econômica para mulheres”, detalhou a superintendente da Fundesj, Maria Helena Krüger.

A vereadora e procuradora da Mulher na Câmara de Vereadores, Aline da Silva Castro, ressaltou a importância da participação dos condomínios e síndicos nas ações preventivas. Ela lembrou que o município possui legislação que obriga síndicos a comunicarem casos de violência doméstica e relatou que recebeu, nesta semana, uma denúncia anônima relacionada ao tema.

Para a Pró-Reitora de Pesquisa, Extensão e Internacionalização do Centro Universitário Estácio SC, Roberta Caetano, a participação coletiva amplia a conscientização e fortalece a proteção às mulheres. “A universidade tem papel fundamental na transformação social e na construção de soluções coletivas. Participar do Movimento Mulher Viva é fortalecer uma rede de proteção que une educação, acolhimento e conscientização para prevenir a violência contra as mulheres”, citou.

O Movimento Mulher Viva também pretende ampliar a conscientização sobre os canais de denúncia e proteção às vítimas de violência. Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados pelo Disque 180, canal nacional de atendimento à mulher, ou pelo 190, em situações de emergência. O atendimento da Procuradoria Especial da Mulher ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, na sede da Câmara de Vereadores, ou pelo WhatsApp (48) 98843-7791.


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