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  • Em Florianópolis, Eng. Felipe Penter é eleito presidente do CREA-SC e comandará a entidade no triênio 2027-2029

    Os profissionais das áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências de Santa Catarina definiram quem estará à frente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-SC) nos próximos anos. O engenheiro Felipe Penter foi eleito presidente da instituição para o mandato de 2027 a 2029, em uma eleição realizada de forma on-line nesta sexta-feira (3), dentro das Eleições Gerais do Sistema Confea/Crea e Mútua. Com uma votação expressiva, Felipe Penter recebeu 5.752 votos, o equivalente a 74,88% dos votos válidos, superando a candidata Priscila Oliveira de Andrade, que obteve 1.642 votos (21,37%). Dos 33.709 profissionais habilitados em Santa Catarina, 7.682 participaram da eleição, representando um índice de comparecimento de 22,79%. Embora o resultado ainda seja considerado extraoficial, ele será consolidado pela Comissão Eleitoral Federal no dia 17 de julho e homologado pelo plenário do Confea em 31 de julho. Os eleitos assumirão oficialmente seus cargos em 1º de janeiro de 2027, permanecendo até 31 de dezembro de 2029. Nova gestão sucede ciclo histórico no CREA-SC Felipe Penter assumirá a presidência do CREA-SC após o encerramento de um longo ciclo administrativo conduzido pelo engenheiro Kita Xavier, que conclui quatro mandatos consecutivos à frente da autarquia. Durante a campanha, Penter apresentou como prioridades o fortalecimento da fiscalização, a valorização profissional e a ampliação da aproximação do Conselho com os mais de 85 mil profissionais e cerca de 23 mil empresas registradas em Santa Catarina. A expectativa é que a nova gestão dê continuidade às ações voltadas ao desenvolvimento institucional do Conselho e ao fortalecimento das atividades ligadas à Engenharia, Agronomia e Geociências no estado. Kita Xavier representará Santa Catarina no Confea Mesmo deixando a presidência do CREA-SC ao final de 2026, Kita Xavier continuará atuando no Sistema Confea/Crea. Na mesma eleição, ele foi escolhido como conselheiro federal, representando Santa Catarina na modalidade Engenharia Civil. Kita recebeu 6.741 votos, correspondendo a 87,75% dos votos válidos. O engenheiro Paulo Roberto Oliveira exercerá a função de suplente. A partir de 2027, ele passará a integrar o plenário do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), participando das discussões e decisões relacionadas às políticas nacionais do Sistema. Mútua-SC também definiu nova diretoria Além da presidência do CREA-SC e da representação no Confea, a votação também escolheu a nova diretoria da Mútua Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA-SC. O engenheiro Daniel Kandler Signori foi eleito diretor-geral com 5.681 votos (73,95%). Na Diretoria Financeira, a engenheira Roberta Maas dos Anjos foi reeleita com 6.854 votos, correspondendo a 89,22% dos votos válidos. Já a Diretoria Administrativa continuará sob responsabilidade da engenheira Núbia Ferreira da Luz Viezzer, que foi reconduzida ao cargo após receber 4.776 votos (62,17%). Presidência do Confea também foi definida Em nível nacional, os profissionais também participaram da eleição para a presidência do Confea. O engenheiro Vinicius Marchese Marinelli foi reconduzido ao cargo para o triênio 2027-2029, superando o engenheiro Joel Krüger, ex-presidente do Conselho Federal. Em Santa Catarina, Vinicius recebeu 5.527 votos (71,95%), enquanto Joel Krüger obteve 1.043 votos (13,58%). Sistema define lideranças para os próximos três anos As Eleições Gerais do Sistema Confea/Crea e Mútua ocorreram simultaneamente em todo o país e definiram os dirigentes responsáveis pela condução das atividades do Sistema nos próximos três anos. Além da presidência do Confea, foram escolhidos os presidentes dos 27 Conselhos Regionais, conselheiros federais e as diretorias das Mútuas Regionais. Em Santa Catarina, a eleição marcou a escolha da nova presidência do CREA-SC e o início de uma nova etapa administrativa que terá início em janeiro de 2027.

  • “Cidade Paraíso” da Grande Florianópolis capacita empreendedores locais e fortalece pequenos negócios com foco no marketing digital

    Cada vez mais presente na rotina de quem empreende, o marketing digital se tornou uma das principais ferramentas para conquistar clientes e ampliar a presença das empresas no mercado. Pensando em preparar os empreendedores para esse cenário, Governador Celso Ramos, conhecida como a Cidade Paraíso da Grande Florianópolis, promoveu uma capacitação voltada ao planejamento estratégico de negócios no ambiente digital. A iniciativa reuniu empreendedores, comerciantes, prestadores de serviços e pessoas interessadas em desenvolver ou fortalecer seus empreendimentos por meio de estratégias de divulgação, organização e posicionamento nas plataformas digitais. O encontro aconteceu na Escola João Baldança Sobrinho, no bairro Palmas, e integrou as ações da Sala do Empreendedor, coordenada pela Secretaria Municipal de Turismo e Eventos, em parceria com a Secretaria Municipal de Esporte e Cultura, dentro do projeto Feira na Praça. Marketing digital como ferramenta para crescer Durante a capacitação, os participantes receberam orientações voltadas ao planejamento de marketing para pequenas empresas, abordando conteúdos práticos que podem ser aplicados no dia a dia dos negócios. Entre os temas apresentados estiveram a definição do público-alvo, o posicionamento nas redes sociais, a produção de conteúdo para canais digitais, a organização das campanhas de divulgação e estratégias para ampliar o alcance das empresas e fortalecer sua competitividade. A proposta foi mostrar que o planejamento é um dos principais aliados para quem deseja crescer de forma organizada e aproveitar melhor as oportunidades oferecidas pelo ambiente digital. Sala do Empreendedor amplia apoio aos empresários Além da palestra, o evento também reforçou o papel da Sala do Empreendedor como espaço permanente de atendimento aos empresários de Governador Celso Ramos. O serviço oferece suporte para quem deseja abrir uma empresa, regularizar atividades, esclarecer dúvidas sobre formalização, receber orientações técnicas e participar de consultorias e capacitações voltadas ao desenvolvimento dos negócios. A iniciativa busca aproximar os empreendedores dos serviços públicos e criar um ambiente favorável ao fortalecimento da economia local, incentivando a inovação e o crescimento sustentável das empresas instaladas no município. Turismo e empreendedorismo caminham juntos Com apenas três meses de funcionamento, a Sala do Empreendedor já integra diversas ações voltadas ao desenvolvimento econômico da cidade. A coordenação das atividades está vinculada à Secretaria Municipal de Turismo e Eventos, que desenvolve iniciativas voltadas ao fortalecimento da economia por meio do incentivo aos pequenos negócios, da qualificação profissional e da geração de novas oportunidades. O trabalho também conta com a parceria da Secretaria Municipal de Esporte e Cultura, por meio do projeto Feira na Praça, além das ações desenvolvidas dentro do Programa Cidade Empreendedora, realizado em parceria com o Sebrae. Qualificação fortalece economia local A capacitação faz parte de um calendário de atividades criado para estimular o empreendedorismo em Governador Celso Ramos e ampliar as oportunidades para comerciantes, prestadores de serviços e pequenos empresários. Ao investir em conhecimento, planejamento e inovação, o município busca fortalecer os negócios locais, incentivar a economia criativa, ampliar a geração de emprego e renda e contribuir para o desenvolvimento sustentável da Cidade Paraíso da Grande Florianópolis.

  • Brasil estreia com autoridade diante do Chile e empolga torcida na Arena Multiuso de São José

    Seleção Brasileira B vence por 3 sets a 1 no primeiro amistoso da série em Santa Catarina e confirma o bom momento da nova geração do voleibol nacional A nova geração do voleibol brasileiro começou a série de amistosos em Santa Catarina com o pé direito. Empurrada por uma Arena Multiuso de São José completamente lotada, a Seleção Brasileira B derrotou o Chile por 3 sets a 1, na noite deste sábado (4), em uma atuação consistente que animou os mais de quatro mil torcedores presentes e abriu de forma positiva a preparação da equipe para os compromissos internacionais da temporada. O Brasil venceu com parciais de 25/22, 21/25, 25/13 e 25/20, demonstrando força coletiva e capacidade de reação após o equilíbrio do segundo set. A equipe comandada pelo técnico Nery Tambeiro retomou o controle da partida na terceira parcial, quando dominou as ações em todos os fundamentos, e confirmou a vitória no quarto set. O ponteiro e capitão Maicon foi o principal nome da partida, anotando 17 pontos. Também tiveram grande desempenho o oposto Sabino, com 16 acertos, Leo Lukas, que marcou 15 pontos, e o central Yan Patrick, responsável por outros 14 pontos, consolidando um ataque eficiente durante todo o confronto. Para o primeiro amistoso, o treinador iniciou a partida com Gabriel Bieler no levantamento, Sabino como oposto, Maicon e Leo Lukas nas pontas, Yan Patrick e Guilherme Voss no meio de rede e Bandini como líbero. Durante a partida, Paulo e Bender também entraram em quadra nas inversões do sistema 5×1. A série de amistosos tem como principal objetivo oferecer experiência internacional a atletas que integram o processo de renovação da Seleção Brasileira. Com média de idade de apenas 22,6 anos, o grupo iniciou os treinamentos no mês de junho, no Centro de Desenvolvimento do Voleibol Saquarema Enel Brasil, e vem sendo observado pela comissão técnica visando futuras convocações para a seleção principal. Após a estreia em São José, Brasil e Chile seguem a programação da turnê catarinense com partidas em Criciúma, nesta segunda-feira (6), às 20h; em Tubarão, na terça-feira (7), às 20h30; e na quarta-feira (8), às 20h, em Jaraguá do Sul, encerrando a turnê catarinense com mais uma partida na Arena Multiuso de São José, na quinta-feira (9), às 20h. Os amistosos fazem parte da preparação da Seleção Brasileira B para a Copa Sul-Americana, que será disputada entre os dias 3 e 9 de agosto, em Cochabamba, na Bolívia. Na sequência, a equipe viajará para a Coreia do Sul, onde dará continuidade ao calendário de jogos preparatórios diante da seleção anfitriã. Os torcedores que desejarem acompanhar o último confronto em São José ainda podem adquirir ingressos pela plataforma Minha Entrada. As partidas também são transmitidas pelo BandSports, permitindo que o público acompanhe a evolução da equipe brasileira durante a série internacional.

  • Definida construtora que fará macrodrenagem complementar no bairro Bom Viver

    LINHA FINA: A obra faz parte do programa Biguaçu Cidade que Avança, que contempla investimento de R$ 104 milhões em vários setores da cidade A Prefeitura de Biguaçu concluiu a licitação na modalidade concorrência pública para contratação de empresa para execução de obra de macrodrenagem complementar no bairro Bom Viver, abrangendo as ruas Francisco Venceslau de Faria e Pasqualine Inês da Costa. O investimento inicialmente previsto era de R$ 1,276 milhão, mas a disputa entre as empresas participantes fechou o certame em R$ 1,008 mi e a vencedora foi a Propav Projetos e Construções LTDA. O prazo para a execução da obra será de três meses contados a partir da assinatura do contrato. A modalidade de drenagem definida após estudos de engenharia foi a de galeria fechada. O projeto também prevê a implantação de concreto asfáltico, tubulação para ligação com os pontos de coleta de enxurradas e calçadas. A construção dessa macrodrenagem é uma cobrança antiga da comunidade local, devido aos alagamentos quando ocorrem chuvas torrenciais. A solução adotada é de galeria de 2,5 metros de largura com dois metros de altura. O projeto de engenharia aponta que, dessa forma, haverá uma melhora considerável na vazão atual existente, evitando ou minimizando enchentes. Pacote de obras A macrodrenagem no Bom Viver faz parte do programa Biguaçu Cidade que Avança, que contempla investimento de R$ 104 milhões em vários setores da cidade com recursos dos governos Federal, Estadual e Municipal e de financiamento de longo prazo. Na pauta, além da macrodrenagem, estão previstos aportes em pavimentação de várias ruas, construção e reformas de prédios públicos, como unidade básica de saúde, escola de tempo integral, sede da Apae, entre outras ações. De acordo com o prefeito Alexandre Martins de Souza, “a implantação da galeria proporcionará melhoria significativa no sistema de drenagem urbana, com redução de pontos de alagamento, aumento da durabilidade das vias e valorização das áreas adjacentes. Além disso, a solução proposta elimina a vala aberta, conferindo maior segurança aos pedestres e veículos, e menor custo de manutenção ao longo do tempo, em comparação com soluções provisórias de limpeza e reescavação”.

  • Alexandre de Moraes decide manter Bolsonaro em prisão domiciliar

    Ex-presidente continua sob monitoramento de tornozeleira © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (3) prorrogar o prazo da prisão domiciliar concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro continuará sob o monitoramento de tornozeleira eletrônica e só poderá receber visitas com autorização do ministro, que é relator do caso. O ex-presidente também está proibido de usar celular e acessar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros, além de gravar vídeos para a internet. Agentes da Polícia Militar do Distrito Federal vão fazer a segurança da casa para evitar fuga. No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária por 90 dias. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana. O prazo de 90 dias começou a contar no dia 27 de março e terminou em 25 de maio. Armas Moraes também determinou a suspensão do porte de arma de Bolsonaro e a apreensão de dez pistolas e espingardas que estão registradas em nome do ex-presidente. A defesa terá prazo de 48 horas para entregar o armamento à Polícia Federal (PF). A decisão foi motivada pela repercussão do caso da apreensão de uma arma com um dos seus seguranças particulares. Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal não ter indiciado o ex-presidente, por entender que a arma está legalizada e que Bolsonaro não cometeu nenhum crime, o ministro entendeu que as armas devem ser apreendidas. "O descumprimento das regras da prisão domiciliar humanitária temporária ou de qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e ao retorno imediato ao regime fechado", ressaltou Moraes. Falta grave Moraes também reconheceu que Bolsonaro não cometeu falta grave relacionada com a apreensão da arma com seu segurança. A falta grave poderia permitir o retorno do ex-presidente para o presídio da Papudinha, em Brasília, em regime fechado. "Inexistindo a prática de qualquer falta grave durante o período em que o custodiado encontra-se em prisão domiciliar humanitária, não permanecem presentes os fatores impeditivos indicados", argumentou. Moraes não fixou um prazo para o término da prisão domiciliar.

  • Florianópolis tem novas frentes de obras de esgoto em João Paulo, Saco Grande e Cacupé; veja o que muda no trânsito

    Moradores e motoristas que circulam pelo Norte da Ilha devem redobrar a atenção nos próximos dias. As obras de implantação do novo Sistema de Esgotamento Sanitário seguem avançando em Florianópolis, com intervenções nos bairros João Paulo, Saco Grande e Cacupé. Em alguns pontos, haverá alterações temporárias no trânsito para permitir a execução dos serviços. As intervenções fazem parte da ampliação da infraestrutura de saneamento da região e incluem implantação de redes coletoras, estações elevatórias de esgoto e novas estruturas que irão integrar o sistema de coleta e tratamento. João Paulo terá mudanças a partir da próxima semana No bairro João Paulo, as equipes trabalham na alça paralela à SC-401, no sentido Norte, nas proximidades da sede administrativa do Sebrae. Neste momento, os serviços acontecem na área de recuo da via e não provocam impactos na circulação de veículos. No entanto, conforme o avanço das obras previsto para a próxima semana, será necessária a interdição de meia pista para realização das escavações e movimentação de máquinas. Mesmo com essa alteração, a pista principal da SC-401 continuará liberada para o tráfego. A previsão é de que esse trecho seja concluído em aproximadamente 45 dias, dependendo das condições climáticas e do solo. Saco Grande recebe três frentes de trabalho No bairro Saco Grande, as equipes atuam simultaneamente em diferentes pontos. Uma das frentes trabalha na via marginal da SC-401, sentido Norte, sem interferir na circulação de veículos. Outras duas equipes executam a implantação de Estações Elevatórias de Esgoto na Rodovia Virgílio Várzea. Uma delas ocorre dentro da área do SENAI/CTAI, enquanto a outra acontece em área de passeio público. Neste segundo ponto, há interdição parcial da pista, com o trânsito funcionando no sistema pare e siga, exigindo atenção dos motoristas. A previsão é de conclusão em até 14 dias, enquanto a estrutura instalada na área do SENAI deverá ser finalizada em até 45 dias. Cacupé terá trânsito em meia pista As obras também seguem na Estrada Haroldo Soares Glavan, em Cacupé. As intervenções acontecem em dois trechos: um nas proximidades do número 267 e outro próximo ao SESC, na altura do número 1670. Durante os serviços, o trânsito funciona em meia pista, também com operação no sistema pare e siga, permitindo a execução das escavações e a movimentação dos equipamentos utilizados na obra. CASAN faz alerta aos moradores Além das orientações sobre o trânsito, a CASAN reforça um alerta importante para os moradores atendidos pelo novo sistema. Mesmo que a rede coletora já esteja instalada em alguns trechos, ainda não está autorizada a realização das ligações dos imóveis à rede de esgoto. Segundo a companhia, conexões feitas antes da conclusão de toda a infraestrutura podem provocar transtornos durante a execução das obras e até causar extravasamento de esgoto nas vias públicas. Em caso de dúvidas, a orientação é que os moradores procurem atendimento diretamente com a CASAN ou busquem informações junto às equipes do Programa Socioambiental, que seguem realizando visitas às comunidades para orientar a população sobre o funcionamento do novo sistema.

  • Florianópolis conquista Selo Ouro e entra para grupo seleto das cidades que mais facilitam a abertura de empresas em Santa Catarina

    Florianópolis acaba de conquistar um importante reconhecimento na área de desenvolvimento econômico. A Capital catarinense está entre apenas dois municípios de Santa Catarina que receberam o Selo Ouro do programa Negócio Bom, iniciativa estadual que avalia o nível de modernização e desburocratização dos serviços oferecidos aos empreendedores. Além da certificação, Florianópolis ocupa a 15ª posição no ranking estadual do programa, resultado que reflete uma série de mudanças implementadas para tornar mais simples, rápida e digital a abertura e a regularização de empresas. O programa Negócio Bom, desenvolvido pelo Governo de Santa Catarina em parceria com a Junta Comercial do Estado (JUCESC), busca integrar os serviços entre Estado e municípios para reduzir o tempo necessário para abrir um negócio. A meta é que empresas de baixo e médio risco consigam concluir todo o processo — desde a consulta de viabilidade até a emissão da primeira nota fiscal — em apenas um dia. Para definir a classificação dos municípios, o programa analisa medidas efetivamente implantadas pelas prefeituras em projetos voltados à modernização do ambiente de negócios. As cidades recebem uma pontuação de até 100 pontos e são enquadradas nas categorias Bronze, Prata, Ouro ou Diamante, de acordo com o desempenho. O reconhecimento conquistado por Florianópolis é resultado de uma série de iniciativas voltadas à simplificação dos processos para quem deseja empreender na Capital. Entre os avanços está a implantação da viabilidade locacional automática, sistema que permite ao empreendedor receber de forma imediata a informação sobre a possibilidade de instalar sua empresa no endereço escolhido, eliminando etapas de análise manual. Outra medida já adotada pelo município é a aplicação da Lei da Liberdade Econômica, que dispensa a necessidade de alvará para atividades classificadas como de baixo risco e também para parte das atividades de médio risco. Nesses casos, mediante autodeclaração, o alvará é emitido automaticamente, acelerando o início das atividades. Florianópolis também automatizou a geração do cadastro tributário logo após a emissão do CNPJ. Na prática, isso permite que a empresa esteja apta a emitir nota fiscal em um prazo muito menor, reduzindo o tempo de espera para iniciar as operações. Além da modernização dos sistemas, a Prefeitura promoveu a revisão da estrutura de taxas relacionadas à abertura e ao funcionamento das empresas, reduzindo custos e tornando o ambiente de negócios mais acessível para novos empreendedores. As mudanças fazem parte da estratégia de modernização dos serviços públicos voltados ao setor empresarial e buscam fortalecer o ambiente econômico da Capital, oferecendo mais agilidade, menos burocracia e maior eficiência para quem deseja investir, abrir ou regularizar um negócio em Florianópolis.

  • Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, celebra 71 anos de história e mais de 200 mil nascimentos

    Nos últimos anos, a maternidade passou por um amplo processo de modernização. O Governo do Estado investiu aproximadamente10 milhões em melhorias estruturais, aquisição de equipamentos e qualificação dos espaços destinados ao atendimento de pacientes e profissionais. Entre as principais intervenções estão a ampliação do Centro Obstétrico, a reforma da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, do Banco de Leite Humano e do Lactário, além da compra de novos equipamentos, como mamógrafo digital, bombas de infusão, camas PPP (pré-parto, parto e pós-parto) e aparelhos de fototerapia por LED. Também foram realizadas melhorias na Unidade de Internação do Posto 2, modernização das instalações elétricas, revitalização da fachada e da área de Emergência, uma obra aguardada havia quase duas décadas. As melhorias continuam em andamento. Entre as ações mais recentes estão a recuperação do Posto 1, realizada em parceria entre o Governo do Estado, as Lojas Koerich e as Voluntárias da Saúde da Maternidade Carmela Dutra, além da substituição completa do telhado da UTI Neonatal. Um hospital que faz parte da história de Florianópolis Para milhares de moradores da Grande Florianópolis, a Maternidade Carmela Dutra representa muito mais do que um hospital. É o lugar onde muitas histórias começaram, onde gerações nasceram e onde famílias viveram um dos momentos mais importantes de suas vidas. Setenta e um anos após sua inauguração, a instituição segue unindo tradição, atendimento humanizado e investimentos em infraestrutura para oferecer assistência qualificada às mulheres, gestantes, puérperas e recém-nascidos, mantendo seu papel como uma das principais referências da saúde pública em Santa Catarina.

  • Feira de adoção de pets acontece neste sábado no Continente Shopping

    Evento gratuito, realizado em parceria com entidades de proteção animal, conecta cães e gatos a novos lares Quem deseja ganhar um novo companheiro de quatro patas terá uma oportunidade especial neste sábado (4), durante mais uma edição da Feira de Adoção Pet do Continente Shopping. O evento acontece das 13h às 18h, no Acesso 03 do estacionamento, em frente a Cobasi, reunindo cães e gatos resgatados que aguardam por uma nova família. A iniciativa é promovida em parceria com as entidades Proteção Unida e APPRAP, responsáveis pelo acolhimento e cuidado dos animais. A ação integra a programação permanente do shopping e ocorre regularmente nos primeiros e segundos sábados de cada mês. Além de aproximar os animais de futuros tutores, a feira busca conscientizar a população sobre a importância da adoção responsável, contribuindo para reduzir o número de pets em situação de abandono. De acordo com a gerente de Marketing do Continente Shopping, Gisele Onofre, a iniciativa reforça o compromisso do empreendimento com causas que geram impacto positivo na comunidade. “A Feira de Adoção Pet já faz parte da nossa programação e representa um momento de transformação para os animais e para as famílias que encontram um novo companheiro. Ficamos felizes em proporcionar esse espaço e apoiar instituições que realizam um trabalho tão importante em prol da causa animal”, destaca. Os interessados em adotar devem comparecer ao local durante o horário do evento e passar pelo processo de avaliação realizado pelas entidades parceiras, garantindo que os animais sejam encaminhados para lares preparados para recebê-los. Saiba mais em www.continenteshopping.com.br Serviço Feira de Adoção Pet – Continente Shopping Data: sábado, 4 de junho Horário: das 13h às 18h Local: Acesso 03 do estacionamento, em frente a Cobasi Realização: Proteção Unida e APPRAP, em parceria com o Continente Shopping A entrada é gratuita.

  • Mulheres vítimas de violência podem solicitar socorro pelo aplicativo e botão de pânico da PMSC

    Foto: Divulgação/CCS/PMSC A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) realiza o atendimento à comunidade por meio do telefone 190 e do aplicativo PMSC Cidadão. A ferramenta, disponível para sistemas Android e iOS, permite que o cidadão acione a corporação de forma rápida e efetiva, enviando dados pessoais, localização exata da ocorrência, além de fotos, vídeos e áudios que ajudam a detalhar a situação e agilizar a resposta policial. Entre os recursos oferecidos, o destaque é o botão do pânico, voltado para mulheres vítimas de violência doméstica que registraram boletim de ocorrência e solicitaram medida protetiva. Após a solicitação, a Rede Catarina habilita o botão no aplicativo oficial da PMSC. Em situações de emergência, a vítima pode acionar o recurso, que gera automaticamente uma ocorrência encaminhada à guarnição mais próxima para verificar o descumprimento da medida protetiva de urgência. Em casos em que não há conexão com a internet, o próprio aplicativo direciona automaticamente para uma ligação com o número de emergência, garantindo que o atendimento não seja interrompido. O PMSC Cidadão é o único aplicativo oficial da corporação para apoio às vítimas de violência doméstica em Santa Catarina.

  • Casal produz espécies nativas da Amazônia e impulsiona reflorestamento

    Viveiro em Santarém atende demanda por recuperação de áreas degradadas Pelo terreno, se acomodam mudas de açaí, cumaru, andiroba, preciosa, gombeira, itaúba. Em uma área antes degradada na comunidade de Jaderlândia, em Santarém, no oeste do Pará, surgem novas possibilidades de reflorestamento para a Amazônia. O biólogo Sidcley Matos Pereira e a veterinária Adna Picanço decidiram construir um negócio ligado à recuperação do bioma. O Viveiro Florestal Ardosa nasceu em 2018, quando os dois buscavam uma alternativa de trabalho que não demandasse tantas viagens como antes, mas que os mantivesse na área ambiental. O nascimento da filha Catarina reforçou a necessidade de fixar raízes e o sentido pessoal do negócio. “A gente queria construir algo junto, perto da família. E mostrar para ela [a filha] que existe um futuro sendo plantado aqui”, diz Adna Picanço. Adna Picanço e Sidcley Matos Pereira, donos do Viveiro Ardosa, em Santarém (PA) - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O casal afirma que o projeto também nasceu de uma percepção prática adquirida no trabalho com a fauna silvestre. “Todo animal resgatado, que precisava de cirurgia, estava em área degradada. A gente percebeu que não bastava só soltar os animais, precisava reflorestar para que aquela fauna tivesse alimento”, conta a veterinária. Hoje, o empreendimento se consolidou como uma das referências regionais em restauração ecológica e produção de mudas nativas da Amazônia. Com cultivo de mais de 110 espécies, o viveiro passa por uma expansão acelerada. Apenas no primeiro semestre de 2026, a produção deve alcançar entre 200 mil e 250 mil mudas. A média anterior era de 100 mil por ano. O negócio também recebeu cerca de R$ 190 mil em equipamentos e estrutura da Conservação Internacional Brasil (CIB). O recurso será usado para ampliar áreas de sombreamento, construir um galpão de trabalho e instalar novas bancadas de produção. Mudas produzidas no Viveiro Florestal da Ardosa, em Santarém (PA) - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O viveiro atende a diferentes demandas, a maior parte delas vinda de produtores que precisam recompor áreas degradadas depois de receber notificações ambientais. A preocupação, segundo Sidcley, é evitar modelos homogêneos de reflorestamento, que priorizam poucas espécies e empobrecem os ecossistemas. “As pessoas chegam e se surpreendem quando veem que trabalhamos com tantas espécies. Geralmente os viveiros têm só aquelas que crescem rápido e dão retorno rápido. A gente quer atender restauração ecológica de verdade”, diz o biólogo. “Tem espécies de crescimento rápido, espécies que precisam de sombreamento, espécies voltadas para produção de frutos ou madeira no futuro. A gente pensa nessa variedade justamente para atender à restauração ecológica, pensando na fauna e na diversidade dentro do projeto”, complementa. A origem das sementes também é controlada. Como o viveiro tem licença do Ministério da Agricultura e Pecuária, todo o material precisa ter rastreabilidade. As sementes vêm de coletores, associações e laboratórios de diferentes regiões da Amazônia, incluindo os estados do Acre, Amazonas, Pará e de Mato Grosso. A produção envolve ainda uma rede de pesquisadores, estudantes e universidades. O viveiro mantém parcerias com a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), que participa de discussões técnicas e ajuda na identificação de espécies, fungos e métodos de manejo. Sementes de cacau no Viveiro Florestal da Ardosa, em Santarém (PA) - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Desmatamento e reflorestamento Negócios como os do Viveiro Florestal Ardosa dialogam com problemas históricos do Brasil em conter a degradação de matas nativas e promover ações de recuperação florestal. Dados divulgados recentemente no Relatório Anual do Desmatamento (RAD), do MapBiomas, indicam que o desmatamento no Brasil caiu 20,6% em 2025 na comparação com o ano anterior. Ainda assim, o país perdeu 984,7 mil hectares de vegetação nativa no período. Na Amazônia, foram desmatados 289,4 mil hectares em 2025, uma queda de 23,5% na comparação com 2024. Ainda assim, a floresta perdeu, em média, 792 hectares por dia. A estimativa é de que o bioma já tenha perdido mais de 52 milhões de hectares de vegetação nativa desde 1985, o que representa aproximadamente de 12% a 16% da área original. O Pará é um dos estados mais afetados. Entre 2019 e 2025, o estado concentrou mais de 2 milhões de hectares desmatados, embora tenha registrado redução de 40% em 2025. Viveiro em Santarém expande produção e projeta 500 mil mudas Rafa Neddermeyer/Agência Brasil × O principal instrumento do governo federal para recuperar áreas degradadas é o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente. A meta nacional estabelecida pela Política Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Proveg) é recuperar 12 milhões de hectares até 2030, dos quais 4,8 milhões de hectares estão na Amazônia. A plataforma Observatório da Restauração – hospedada pela Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura – monitora o progresso das iniciativas de restauração em andamento no país. No momento, 39.710 hectares na Amazônia estão nesse processo, sendo 11.150 hectares no Pará. Ciência e restauração O pesquisador Rafael Rode, professor do Instituto de Biodiversidade e Florestas da Ufopa, afirma que iniciativas como o Viveiro Florestal Ardosa se tornaram estratégicas diante do passivo ambiental acumulado na Amazônia. Segundo ele, com o avanço histórico do desmatamento, é preciso investir em recuperação com rigor científico e planejamento ecológico. “A recuperação dessas áreas envolve conhecimento específico para manter o equilíbrio ambiental. Sem um trabalho embasado cientificamente, você pode ter assoreamento de rios, erosão e perda das propriedades do solo”, explica Rafael Rode. Professor Rafael Rode coordena pesquisas em sistemas agroflorestais e reflorestamento na fazenda experimental da Ufopa - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Ele destaca a importância de se priorizar espécies nativas. "Muitas vezes se usa espécie exótica de crescimento rápido, mas isso pode gerar desequilíbrios e até dominar o ambiente. É preciso cuidado técnico.” O professor coordena pesquisas em sistemas agroflorestais e reflorestamento na fazenda experimental da universidade, com foco em sustentabilidade e geração de renda. “Tentar conciliar recuperação ambiental com ganho econômico é o mais importante hoje. Você coloca espécies que também geram renda, como cumaru e andiroba, e reforça a concepção de que a floresta plantada pode gerar economia e mais ganhos do que a floresta derrubada”, avalia. Bioconomia O crescimento de negócios ligados à restauração ambiental e ao uso sustentável da floresta está dentro de uma concepção mais ampla sobre bioeconomia na Amazônia. Professora e doutora em ciências agrárias da Ufopa, Patrícia Chaves de Oliveira explica que esse modelo econômico depende diretamente da natureza e dos modos de vida das populações locais. Professora Patrícia Chaves de Oliveira diz que populações locais devem ser donas dos próprios negócios e não apenas fornecedoras de matéria-prima - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil “A bioeconomia é baseada na biodiversidade. Ela pode envolver plantas, pesca, turismo de base comunitária, artesanato e produtos florestais”, diz Patrícia. “A biodiversidade da Amazônia permite diferentes cadeias econômicas. Mas é preciso garantir que essas populações também sejam donas dos próprios negócios e não apenas fornecedoras de matéria-prima”, complementa. Segundo o diretor técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Bruno Quick, projetos liderados pela instituição têm procurado fortalecer essas cadeias econômicas sustentáveis. Exemplos são o Bioma Amazônico e a Iconografia Local, que valorizam identidades e conhecimentos tradicionais da região. “Esses projetos fazem parte do propósito de transformar a riqueza cultural e ambiental da Amazônia em um diferencial competitivo para os produtos locais, o que gera valor agregado, abre novos mercados e promove inclusão social e econômica”, afirma Bruno Quick. Para o diretor, é preciso repensar a matriz econômica que orienta há décadas o desenvolvimento da região. "A bioeconomia traz a compreensão de que outro modelo de crescimento é possível, onde a floresta em pé ganha valor real.” Viveiro Florestal da Ardosa expande produção e projeta 500 mil mudas - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Valor que, segundo o biólogo Sidcley Matos Pereira, cresce à medida que é compartilhado com outros trabalhadores e famílias da comunidade. “Sem os coletores de sementes não existe muda, não existe viveiro. A gente valoriza toda essa cadeia, desde quem coleta na floresta até quem organiza as mudas no caminhão para chegar ao cliente”, diz. “Família é muito importante nesse processo. E a família aumenta quando temos uma conexão com as pessoas que produzem junto. Não valorizamos apenas a nossa família. Valorizamos também as deles”, finaliza. * A equipe de reportagem viajou para o Pará a convite do Sebrae.

  • São José inicia visitas domiciliares para preparar implantação do Método Wolbachia contra a dengue

    Agentes de Combate às Endemias orientam moradores de oito bairros sobre a tecnologia que reduz a transmissão da dengue, Zika e chikungunya e beneficiará mais de 143 mil pessoas Os moradores de oito bairros de São José começaram a receber a visita dos Agentes de Combate às Endemias (ACEs) para conhecer o Método Wolbachia, tecnologia inovadora que será implantada no município como mais uma estratégia de enfrentamento à dengue, à Zika e à chikungunya. A ação marca o início da etapa de comunicação e engajamento da população, fundamental antes da liberação controlada dos chamados “Wolbitos”, mosquitos Aedes aegypti que carregam a bactéria Wolbachia. Nesta primeira fase, os agentes percorrem os bairros Barreiros, Areias, Kobrasol, Ipiranga, Campinas, Serraria, Forquilhinha e Jardim Cidade de Florianópolis para explicar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e orientar os moradores sobre o processo de implantação. A iniciativa é conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde, e operada pela Wolbito do Brasil. A expectativa é beneficiar diretamente cerca de 143.718 moradores dessas oito localidades. Durante as visitas, os agentes reforçam que os Wolbitos não oferecem qualquer risco à saúde humana ou animal, não utilizam produtos químicos e não são mosquitos geneticamente modificados. A Wolbachia é uma bactéria naturalmente presente em mais da metade dos insetos da natureza e impede que os vírus da dengue, Zika e chikungunya se desenvolvam no organismo do mosquito. Após a conclusão da etapa de orientação, terá início a liberação semanal dos Wolbitos por equipes especializadas. À medida que esses mosquitos se reproduzem, a bactéria é transmitida naturalmente às próximas gerações, aumentando sua presença no ambiente e reduzindo progressivamente a capacidade de transmissão das arboviroses. Além das visitas domiciliares, a Secretaria Municipal de Saúde, com equipes capacitadas pela Wolbito do Brasil, promoverá atividades educativas em escolas, unidades de saúde, associações comunitárias e espaços públicos. A estratégia também inclui campanhas nos meios de comunicação, redes sociais e distribuição de materiais informativos para ampliar o conhecimento da população sobre a tecnologia. A secretária municipal de Saúde, Sinara Landt Simioni, destaca que o envolvimento da comunidade é essencial para o sucesso da iniciativa. “O Método Wolbachia é uma estratégia baseada em evidências científicas e reconhecida internacionalmente. Por isso, é fundamental que a população conheça a tecnologia, entenda como ela funciona e participe desse processo. A comunicação transparente fortalece a confiança da comunidade e contribui para alcançarmos melhores resultados no controle das arboviroses”, afirma. Metodologia O Método Wolbachia é considerado uma ferramenta complementar às ações tradicionais de combate ao mosquito, como a eliminação de recipientes com água parada e a prevenção de criadouros. A tecnologia já demonstrou resultados expressivos em diversas cidades brasileiras e do mundo. Em Niterói (RJ), por exemplo, estudos apontaram redução de até 70% nos casos de dengue, além de impactos positivos no controle da Zika e da chikungunya. Recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a metodologia também apresenta efeito duradouro. Pesquisas de acompanhamento mostram que, mesmo oito anos após as primeiras liberações, a bactéria Wolbachia permanece estável na população de mosquitos, mantendo sua capacidade de reduzir a transmissão das doenças.

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