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  • Novo bloqueio judicial automático de contas exige atenção de devedores

    Cinco bancos passam a reter valores poucas horas após ordem da Justiça Os devedores com cobranças na Justiça precisam ter atenção redobrada. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) colocou em prática um projeto-piloto para reformular o Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud), sistema usado pela Justiça para localizar e bloquear dinheiro de devedores em processos judiciais. A principal mudança é a possibilidade de bloqueios ocorrerem no mesmo dia da decisão judicial, além do monitoramento contínuo das contas por até um ano. Até agora, as instituições financeiras levavam de um a dois dias úteis para cumprir as ordens. Com o novo sistema, que começou a funcionar na semana passada, o tempo de execução caiu para duas horas após a decisão judicial, com os tribunais enviando as ordens duas vezes por dia: às 13h e às 20h. Em fase de testes por 18 meses, o novo sistema vale para cinco bancos que assinaram acordo com o CNJ: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Nubank e XP Investimentos. O CNJ pretende ampliar gradualmente a medida para todo o sistema financeiro. Além da redução do tempo, o novo sistema aumentou a duração dos bloqueios. Antes, o bloqueio atingia apenas o saldo disponível no momento da ordem judicial. Agora, a determinação poderá permanecer ativa por até um ano, permitindo que novos depósitos recebidos pelo devedor também sejam retidos automaticamente até atingir o valor da dívida. A nova versão do sistema amplia o poder de rastreamento do Judiciário sobre contas bancárias e aplicações financeiras. O CNJ afirma que o objetivo é tornar a recuperação de dívidas mais rápida e eficiente e impedir a movimentação para contas de terceiros após a expedição da ordem judicial. Para isso, o sistema passou a automatizar a comunicação entre tribunais e instituições financeiras, reduzindo o tempo de resposta dos bancos para poucas horas. Reação rápida Apesar da ampliação dos bloqueios, a legislação continua protegendo salários, aposentadorias, pensões e parte dos valores mantidos em poupança. Mesmo assim, especialistas alertam que o novo modelo exige reação rápida do devedor caso verbas protegidas sejam atingidas indevidamente. Em ações de cobrança, normalmente o bloqueio é determinado por liminar. Nesse caso, o devedor não recebe aviso prévio, prática autorizada pelo Código de Processo Civil. O objetivo é impedir a movimentação de valores para contas de terceiros, evitando que o devedor tenha tempo de retirar ou transferir os recursos antes do cumprimento da ordem judicial. Por causa disso, é comum que os devedores só tomem conhecimento do bloqueio ao tentar realizar operações cotidianas, como usar um cartão de crédito ou débito. Recomendações Após o bloqueio por liminar, o Código de Processo Civil determina a intimação do réu por um oficial de Justiça. A partir daí, o devedor tem até cinco dias para entrar com ação revisional e pedir o desbloqueio. No entanto, é necessário comprovar que o valor retido compromete a sobrevivência ou que a restrição atingiu valores protegidos pela legislação. Em tese, a mudança no Sisbajud pode ajudar o devedor porque ele percebe mais rápido o bloqueio. Por outro lado, a agilidade do novo modelo exige a procura mais rápida por um advogado. A recomendação é acompanhar processos judiciais regularmente, manter comprovantes de renda organizados e buscar orientação jurídica imediata em caso de bloqueio. Isso porque o monitoramento contínuo pode fazer com que salários e outros depósitos sejam retidos automaticamente assim que entrarem na conta. O que muda • Bloqueios poderão ocorrer no mesmo dia da decisão judicial; • Bancos terão até duas horas para iniciar a restrição de valores; • O monitoramento poderá durar até um ano; • Novos depósitos poderão ser bloqueados automaticamente; • O sistema terá duas janelas diárias de processamento: 13h e 20h; • Justiça e bancos passarão a trocar informações diretamente pelo sistema. Como funciona Antes, o bloqueio atingia apenas o saldo disponível na conta no momento da ordem judicial. Agora, o chamado “bloqueio permanente” mantém a ordem ativa por até um ano. Isso significa que salários, transferências ou outros depósitos futuros podem ser retidos automaticamente até que a dívida seja quitada. Bancos participantes Com duração de 18 meses, o projeto-piloto começou com cinco instituições financeiras: • Caixa Econômica Federal; • Banco do Brasil; • Itaú Unibanco; • Nubank; • XP Investimentos. Após os testes, a expectativa é que o modelo seja expandido para todo o sistema financeiro. O que fazer? Caso a conta seja bloqueada, a orientação é agir rapidamente: • Procurar um advogado imediatamente; • Verificar qual processo originou o bloqueio; • Identificar o valor retido; • Reunir documentos que comprovem a origem do dinheiro; • Pedir o desbloqueio de valores protegidos por lei. Documentos necessários Os principais documentos usados para pedir desbloqueio são: • Extratos bancários; • Holerites; • Extratos do INSS; • Comprovantes de aposentadoria; • Recibos de aluguel; • Gastos médicos e despesas essenciais. Valores protegidos A legislação brasileira protege parte da renda dos devedores. Em geral, não podem ser bloqueados: • Salários; • Aposentadorias; • Pensões; • Demais benefícios do INSS; • Valores de até 40 salários mínimos em poupança. Exceções previstas A proteção não é absoluta. A Justiça pode autorizar bloqueios em situações específicas: • Dívidas de pensão alimentícia; • Empréstimos consignados; • Ativos acima de 50 salários mínimos. Originalmente, a legislação permitia o bloqueio de salários apenas acima do limite de 50 salários mínimos. No entanto, em abril de 2023, o STJ admitiu a penhora parcial de salários abaixo desse limite, deste que não comprometa a subsistência da família. Cuidados preventivos Especialistas recomendam algumas medidas para reduzir riscos: • Acompanhar processos judiciais no CPF; • Tentar renegociar dívidas antes da execução; • Separar conta-salário da conta usada no dia a dia; • Guardar comprovantes de renda e movimentações; • Evitar transferências para terceiros após saber da cobrança judicial. Transferir dinheiro para outras pessoas para escapar de bloqueios pode ser interpretado pela Justiça como fraude à execução, o que pode agravar a situação do devedor.

  • Núcleo de Inteligência Integrada de São José participa de operação que resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão no município

    Núcleo que integra Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil foi fundamental nas investigações Uma grande operação policial foi realizada na Grande Florianópolis nesta terça-feira (19), com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em roubo, furto e clonagem de veículos. Batizada de Operação Pitágoras, a ação conjunta entre as polícias Civil e Militar ganhou esse nome justamente para homenagear o triângulo perfeito formado pelas forças de segurança, onde o Núcleo Integrado de Inteligência de São José teve (NUINT/SJ) um papel fundamental para o sucesso das investigações. O trabalho de bastidor do Núcleo de São José foi o cérebro que permitiu ligar os pontos de um esquema criminoso complexo. Foram meses de cruzamento de dados, análise minuciosa de imagens de câmeras de monitoramento e investigação de campo. Graças a essa dedicação, a polícia conseguiu mapear a estrutura da quadrilha, que tinha uma verdadeira divisão de tarefas, contando inclusive com o apoio de um funcionário de fábrica de placas para esquentar os carros e de um chaveiro que fazia cópias das chaves dos veículos levados. A investigação começou no ano passado após um pico de furtos de carros da marca Hyundai, como os modelos I30, IX35 e Tucson. O bando levou quase cinquenta veículos nesse período, mas o trabalho ágil da inteligência e o policiamento de rua garantiram que noventa por cento deles fossem recuperados e devolvidos aos donos. Com os relatórios detalhados produzidos pelo Núcleo de Inteligência de São José e pelas demais agências parceiras, a Justiça autorizou cinquenta e quatro mandados de busca e apreensão e nove de prisão em várias cidades do estado, de Florianópolis até a região serrana e região norte. Até agora, sete pessoas foram presas preventivamente e uma em flagrante por tráfico de drogas, com um quilo de crack e cocaína. O trabalho das forças de segurança continua nas ruas para localizar dois criminosos que ainda estão foragidos.

  • Hortas comunitárias transformam terrenos abandonados em alimento, renda e união em São José

    Programa já conta com seis unidades no município e deve chegar a dez hortas nos próximos anos, fortalecendo agricultura urbana e desenvolvimento sustentável Todos os dias, pouco antes do almoço, Dona Zenilda faz o mesmo caminho. Ela atravessa a comunidade em direção à horta do Morar Bem, na Serraria, para colher cebolinha fresquinha e escolher os pés de alface que vão direto para a mesa de casa. Entre os canteiros verdes, ela conversa com vizinhos, observa o movimento da comunidade e encontra muito mais do que alimento. “Isso aqui virou parte da nossa rotina. A gente vem, conversa, colhe comida saudável e ainda ajuda a cuidar do lugar. Antes era um terreno abandonado, hoje é vida”, conta. Enquanto Dona Zenilda escolhe as verduras, o coordenador Luiz dos Santos percorre os corredores da horta observando cada espécie plantada. Ele fala com carinho sobre as mudas, as frutas, os legumes e o trabalho coletivo que transformou o espaço em referência para o município. Criado em março de 2022, o Programa Hortas Solidárias Urbanas nasceu justamente com esse propósito: ocupar áreas antes abandonadas e transformá-las em espaços de convivência, sustentabilidade e geração de renda. A primeira unidade foi implantada no loteamento Morar Bem, na Serraria, em um terreno que antes servia para descarte irregular de lixo e resíduos. Hoje, o espaço se tornou referência em produção agroecológica e integração comunitária. “Atualmente temos famílias que encontram aqui uma fonte de renda, de alimento e até de saúde mental. A horta aproxima as pessoas e faz a comunidade se sentir pertencente daquele espaço”, destaca Luiz dos Santos, líder comunitário, coordenador do Programa Hortas Solidárias e responsável pela Horta do Morar Bem. Hoje, São José conta com seis hortas comunitárias espalhadas pelos bairros Serraria, Ipiranga, Potecas, Areias, Forquilhas (Loteamento Lisboa) e Jardim Zanellato — esta última inaugurada em março deste ano. A expectativa da Prefeitura é ampliar o programa para dez unidades nos próximos anos. Produção sustentável e geração de renda Além do cultivo de hortaliças, frutas e legumes, o programa também incentiva a comercialização dos alimentos produzidos. Um dos destaques é o sistema “Colhe e Pague”, realizado aos sábados na horta do Morar Bem, onde moradores podem comprar diretamente os produtos cultivados pela comunidade. “Isso se transforma em renda para os moradores. Muitas famílias conseguem reinvestir na própria produção, comprando novas mudas e ampliando os canteiros. É uma oportunidade importante principalmente para quem faz parte do CadÚnico”, explica Luiz. Na horta do Morar Bem são cultivados mais de 40 tipos de frutas, verduras e legumes. A produção anual inclui cerca de seis toneladas de bananas, uma tonelada de berinjela, cenoura e beterraba, além de milhares de pés de alface, salsinha, cebolinha e couve. O espaço também abastece duas creches da região e promove ações de educação ambiental com estudantes da comunidade. “As crianças acabam se tornando multiplicadoras desse conhecimento. Elas aprendem sobre alimentação saudável, compostagem e sustentabilidade e levam isso para dentro de casa”, completa o coordenador. O superintendente da Fundação Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Rubens Pereira Júnior, destacou que o programa se consolidou como exemplo de desenvolvimento sustentável aliado à transformação social. “As hortas comunitárias mostram que é possível transformar espaços abandonados em áreas produtivas, sustentáveis e que fortalecem o vínculo entre os moradores. É um projeto que une meio ambiente, segurança alimentar e participação comunitária”, afirmou. União da comunidade e qualidade de vida Mais do que plantar alimentos, as hortas também cultivam convivência e pertencimento. Na horta do Lisboa, em Forquilhas, a aposentada Marli Jabonski transformou o espaço em um ponto de encontro da família. “Eu venho para cá duas vezes por dia e trago meus netos para ajudar a plantar. Meus filhos também participam. Isso aqui virou uma terapia pra mim”, conta. O prefeito Orvino Coelho de Ávila destacou que o programa vai além da agricultura urbana e fortalece o senso de comunidade nos bairros. “A Prefeitura é uma engrenagem, assim como o trabalho que essas famílias fazem na horta. E isso só funciona quando cada um contribui um pouco para que o resultado apareça. Esse espaço agrega valor, gera renda e, acima de tudo, promove união entre as pessoas, mostrando o que existe de melhor em cada comunidade”, ressaltou. Modelo sustentável deve continuar crescendo O Programa Hortas Solidárias Urbanas foi criado pela Lei nº 5.739/2019 com o objetivo de incentivar agricultura social, geração de renda, economia solidária, produção para autoconsumo e ocupação de terrenos públicos abandonados. Além de reduzir áreas de descarte irregular de lixo e possíveis focos de doenças, o projeto também está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A meta agora é expandir ainda mais o programa e levar novas hortas para outras regiões da cidade, ampliando o acesso da população a alimentos saudáveis, fortalecendo a agricultura urbana e criando novos espaços de convivência comunitária em São José.

  • Inscrições para o SC CANTA 2026 são prorrogadas até amanhã

    Os talentos vocais de Santa Catarina ganharam um fôlego extra para participar da maior vitrine musical do estado. Agora, os cantores interessados têm até quarta-feira (20) para garantir sua participação na 3ª edição do SANTA CATARINA CANTA – Festival de Música Brasileira. As inscrições são feitas exclusivamente pelo site oficial santacatarinacanta.com.br, onde também está disponível o regulamento completo. A decisão de estender o prazo (que encerraria na sexta-feira) busca ampliar a oportunidade para que mais artistas consigam produzir seus materiais de inscrição dentro dos critérios técnicos exigidos. O festival mantém suas duas categorias principais: a Infantojuvenil, voltada para talentos de 8 a 15 anos, e a Categoria Geral, para candidatos a partir de 16 anos. Podem participar cantores solo ou duplas que sejam catarinenses ou residam no estado há pelo menos três anos. No caso de duplas com integrantes em faixas etárias distintas, a inscrição será contabilizada automaticamente na categoria adulta.Para efetivar a participação, o candidato deve preencher o formulário online, anexar um breve histórico artístico e enviar o link de um vídeo hospedado no YouTube ou Vimeo. Este material deve ser gravado especialmente para o festival, sem qualquer edição de áudio ou imagem, e ter duração máxima de 5 minutos e 30 segundos. É indispensável que, antes da performance, o participante faça uma breve apresentação pessoal, informe o nome da música e declare que o material é destinado ao concurso.O festival aceita qualquer gênero da música brasileira, com exceção de repertórios de cunho político-partidário. Após o encerramento desta etapa de seleção por vídeo, o projeto seguirá para sua fase presencial com 23 seletivas regionais distribuídas por diversas cidades catarinenses, oferecendo aos selecionados a chance de se apresentarem ao vivo. O objetivo central da iniciativa é descobrir e dar visibilidade aos artistas locais, promovendo a diversidade e abrindo portas no cenário musical profissional. O Festival é uma realização do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com produção geral da Camerata Florianópolis.

  • Comissão debate impactos do El Niño e preparação de SC para eventos climáticos extremos

    Foto: Jeferson Baldo/Agência Alesc A possível atuação de um novo fenômeno El Niño em 2026 e os impactos previstos para Santa Catarina foram pauta de debate promovido pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Alesc, nesta segunda-feira (18). A reunião ampliada foi convocada pelo presidente da comissão, deputado Marquito (Psol), e reuniu meteorologistas, pesquisadores, universidades, órgãos estaduais e representantes da Defesa Civil. O objetivo foi discutir os cenários projetados para o segundo semestre, as medidas de prevenção e adaptação climática e a capacidade de resposta institucional diante do aumento do risco de enchentes, temporais e deslizamentos no Estado. Segundo Marquito, a discussão precisa ser tratada como prioridade permanente pelo poder público. “A nossa intenção, enquanto Parlamento, é contribuir com este importante debate, fundamental para o fortalecimento das ações de prevenção e mitigação frente aos eventos climáticos extremos no Estado.” O parlamentar afirmou ainda que a Alesc tem o dever de fiscalizar e acompanhar se o Estado está preparado para enfrentar os impactos previstos pelos especialistas. “Santa Catarina é o estado que mais acende alerta climático extremo no Brasil. Nossa responsabilidade é fiscalizar se o poder público está executando políticas adequadas à realidade científica e, se necessário, avançar em legislações que garantam adaptação climática e proteção da população.” Marquito também relembrou as audiências públicas preparatórias para a COP30 realizadas pela comissão em diferentes regiões do Estado. O resultado dos encontros foi consolidado no relatório “A Terra pede Cuidado”, apresentado na COP30, em Belém. “Enfrentar a crise climática exige participação real: escutar quilombolas, povos indígenas, universidades, comunidades e quem vive as mudanças no dia a dia.” Foto: Jeferson Baldo/ALESC Especialistas alertam para possibilidade de “super El Niño” Entre os convidados da reunião estão o meteorologista e engenheiro agrônomo Ronaldo Coutinho e o professor da UFSC Reinaldo Hass, doutor em Meteorologia. Os especialistas apontam que o aquecimento acelerado das águas do Oceano Pacífico pode consolidar um dos episódios mais intensos de El Niño já registrados desde o início das medições modernas. “Ele já está formado. Em 1997 e 2015, eventos parecidos apresentavam temperaturas em torno de 6 graus. Agora estamos chegando a 8 graus. Pode ser um super El Niño, talvez algo que nunca vimos”, afirmou Reinaldo Hass. Apesar do alerta, o professor ressalta que o fenômeno não significa automaticamente tragédias, mas exige planejamento e preparação. “O importante é que a sociedade esteja preparada. As pessoas precisam saber o que fazer em caso de enchentes rápidas, deslizamentos ou eventos extremos. A prevenção pode salvar vidas.” Ronaldo Coutinho também chamou atenção para o aumento da frequência das chuvas e para os riscos acumulados entre julho e novembro. “O El Niño tende a ser o mais forte da história recente. O problema não é apenas uma grande enchente, mas a repetição constante de episódios de chuva intensa, temporais e deslizamentos.” Segundo ele, Santa Catarina pode ficar no epicentro dos impactos climáticos no Sul do país. “Há risco elevado de enchentes semelhantes ou até piores do que as registradas em 1983. A frequência de temporais deve aumentar muito, afetando cidades, agricultura, infraestrutura e estradas”, alertou. Projetos climáticos em tramitação A pauta ambiental e climática também tem avançado na Alesc por meio de projetos relacionados à mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e adaptação das cidades catarinenses. Entre as propostas em tramitação estão: – PL 430/2021, que propõe o reconhecimento da emergência climática em Santa Catarina; – PL 63/2025, voltado à climatização sustentável das escolas públicas; – PL 294/2025, sobre mobilidade urbana sustentável e redução de emissões; – PL 382/2023, que prevê apoio a municípios afetados por eventos climáticos extremos. Ao final, o presidente da Comissão, deputado Marquito, encaminhou a necessidade de uma reunião ampliada com a sociedade civil para debater o tema e entender as necessidade e o avanças sobre os protocolos de risco. Audiência Pública O deputado Matheus Cadorin (Novo) apontou a realização de uma audiência pública que debaterá o tema e que ocorrerá na próxima sexta-feira (22), às 9 horas, na Alesc.

  • Aniversário de Biguaçu é marcado por grande participação popular e lançamento da BigFest 2026

    Programação reuniu cultura, música e tradição; agenda festiva segue nas próximas semanas com diversas atrações A comunidade participou, neste domingo (17), das comemorações pelos 193 anos de emancipação político-administrativa de Biguaçu. Promovida pela Prefeitura, a programação reuniu moradores e visitantes em um dia marcado por cultura, lazer, música e celebração. Inicialmente prevista para ocorrer na Praça Nereu Ramos, no Centro, a festa foi transferida para o Centro de Eventos Fênix em razão das condições climáticas, buscando garantir mais comodidade, conforto e segurança ao público. Ao longo do dia, a população acompanhou momentos religiosos, apresentações culturais, ações recreativas para as famílias, shows e experiências coletivas que reforçaram o sentimento de pertencimento e valorização das tradições locais. Entre os destaques estiveram o tradicional corte do bolo e o “Parabéns a Você”, conduzidos em meio à participação da população e de autoridades, que festejaram unidas o início de mais um importante capítulo na história biguaçuense. A programação contou ainda com apresentações do Boi de Mamão Brinca Meu Boi, da Invernada Artística do CTG Sela de Prata, o show do cantor Gabriel Melo e a apresentação especial da Banda do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC). O encerramento da noite ficou por conta do show da banda Dazaranha, elevando o clima das celebrações ao som de sucessos e novos trabalhos, em uma apresentação marcada pela forte interação com a plateia e pela energia que tomou conta do evento. A organização teve o apoio da Rádio Massa FM, parceiros institucionais, forças de segurança, equipes técnicas e servidores municipais, que atuaram de forma integrada para assegurar o bom andamento das atividades. Lançamento oficial da BigFest 2026 Durante a comemoração, também foi realizado o lançamento oficial da BigFest 2026, que ocorrerá entre os dias 24 e 28 de junho, no CTG Sela de Prata, no bairro Rio Caveiras, e integra a agenda comemorativa dos 193 anos de Biguaçu. Em edição especial, a BigFest terá cinco dias de atrações, com shows locais e nacionais, parque de diversões, praça gastronômica, feira de expositores e uma estrutura preparada para receber grandes públicos. Com novo formato e viabilização por meio de recursos estaduais, a edição deste ano amplia o alcance da festa e reforça seu papel na valorização da cultura, no fortalecimento do turismo e na movimentação da economia local. A agenda comemorativa segue nas próximas semanas com a 28ª Gincana Cidade de Biguaçu, o 2º Rodeio Internacional e o 28º Rodeio Crioulo Nacional de Biguaçu, além de outras atividades culturais em diferentes regiões do município.

  • Programa de Prevenção de Enchentes realiza ação no bairro Aririú

    O Programa de Prevenção de Enchentes, realizado pela Prefeitura de Palhoça em todo o município, concentrou as atividades no bairro Aririú na última sexta-feira (15). As equipes da administração municipal realizaram uma ação de limpeza da vala na localidade com o objetivo de remover galhos e outros detritos visando facilitar o escoamento das águas em dias de fortes chuvas. Segurança O Programa de Prevenção de Enchentes é um marco histórico recente do município de Palhoça. As ações planejadas, organizadas e constantes, incluindo atividades como desassoreamento de rios e desobstrução de valas possibilitam à população maior segurança nos casos de fortes chuvas.

  • Jornada Startups 2026 anuncia empresas selecionadas em SC

    Programa realizado por ACATE e Sebrae Startups reúne negócios catarinenses em fase de validação A Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e o Sebrae Startups anunciam, nesta segunda-feira (18/05), as empresas selecionadas para a edição 2026 do Jornada Startups, programa de pré-aceleração voltado a negócios em fase de validação. As escolhidas participarão de uma jornada de formação empreendedora com workshops, mentorias, conexões com o ecossistema e atividades voltadas à estruturação comercial dos negócios. A lista completa das startups aprovadas está disponível no site. Criado em 2021, o programa já apoiou mais de 665 startups catarinenses ao longo de cinco edições. Neste ano, a metodologia foi reformulada para apoiar empreendedores na validação comercial e na geração das primeiras vendas, com foco em startups que já possuem MVP (Produto Mínimo Viável) ou primeiros clientes. A programação da edição 2026 inicia em 26 de maio e inclui workshops, mentorias coletivas, acesso à rede de mentores especializados, benefícios oferecidos por parceiros e integração com iniciativas estratégicas da ACATE, como Verticais de Negócios, LinkLab e MIDITEC. O encerramento do programa ocorrerá durante o Startup Summit 2026, em agosto, com apresentação das finalistas no evento e premiações às três primeiras colocadas. “Tivemos algumas mudanças no programa neste ano. Percebemos que normalmente o principal gargalo está em concretizar as primeiras vendas, fazer essa validação do produto ou serviço. Então, pensando em gerar cada vez mais valor para o empreendedor, mudamos um pouco o foco do programa, com o objetivo de ajudar as startups a fazer essas primeiras vendas. A seleção das startups também levou em conta esse foco para este ano”, afirma Luiza Pedroso, analista de negócios do Sebrae Startups. Startups de diferentes segmentos e regiões As startups selecionadas representam diferentes regiões de Santa Catarina, com empresas de cidades como Florianópolis, Joinville, Blumenau, Chapecó, Criciúma, São José, Lages e Araranguá. Foram aprovados 112 negócios. Ao todo, foram selecionadas 32 startups de tecnologia da informação; 15 de saúde e bem-estar; 10 de educação, esporte e lazer; sete de agronegócio; seis de indústria e transformação; e seis de varejo e atacado. Também há startups das áreas de impacto socioambiental, construção civil e mercado imobiliário, crédito e finanças, governo, logística, telecomunicações, turismo e serviços profissionais. “A diversidade das startups selecionadas mostra a maturidade e a capilaridade do ecossistema catarinense de inovação. Temos empresas de diferentes regiões do estado e atuando em segmentos estratégicos, o que fortalece as conexões entre empreendedores e amplia o potencial de geração de negócios ao longo do programa”, afirma Diego Ramos, presidente da ACATE. Sobre a ACATE A Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) representa os interesses do setor tecnológico catarinense desde 1986. Suas ações buscam aumentar o reconhecimento dessa indústria no estado, país e internacionalmente. A entidade é gestora de iniciativas como a incubadora MIDITEC, o laboratório de inovação aberta LinkLab, as Verticais de Negócios, e a rede de investidores-anjo. Sobre o Sebrae Startups O Sebrae Startups é uma plataforma de inovação que apoia empresas inovadoras em todo o Brasil, transformando negócios nascentes em scale-ups. Suas iniciativas dão suporte a startups desde a ideação. Dentre os programas que compõem o Sebrae Startups, estão ações com foco em capacitação, captação de recursos, internacionalização e networking, além de projetos estaduais personalizados de acordo com os desafios de cada ecossistema.

  • Campanha do Agasalho mobiliza doações para o inverno em Santa Catarina

    Iniciativa, que integra o calendário social da rede, reúne clientes, parceiros e comunidade em uma rede de solidariedade para ampliar o apoio a quem mais precisa durante os meses mais frios Com a chegada das temperaturas mais baixas, o Angeloni dá início a mais uma edição da Campanha do Agasalho, ação que, ao longo dos anos, se firmou como uma das principais iniciativas sociais da empresa. A campanha começa nesta segunda-feira, dia 18 de maio e segue até 7 de agosto, com pontos de arrecadação disponíveis em todas as lojas e postos do grupo em Santa Catarina e Paraná. A campanha convida a população a doar roupas, calçados, cobertores e outros itens de inverno em bom estado, que serão destinados a instituições parceiras responsáveis pela triagem e distribuição às pessoas atendidas. Em Florianópolis, as doações serão encaminhadas à Rede Somar Floripa. Mais do que arrecadar peças, a iniciativa busca estimular um gesto simples que pode fazer diferença concreta no dia a dia de muitas famílias durante o inverno. Em 2025, a campanha arrecadou 26.705 toneladas de roupas e itens de frio, resultado que demonstra o engajamento da comunidade e a força da ação ao longo dos anos. Ao promover a Campanha do Agasalho, o Angeloni reafirma seu vínculo com a comunidade e convida cada pessoa a participar de um movimento coletivo em que pequenos gestos se transformam em cuidado, acolhimento e dignidade para quem enfrenta o frio. Onde entregar sua doação na grande Florianópolis: Angeloni na Av. Ivo Silveira, 2445, Capoeiras Angeloni Beira-Mar, na Av. Irineu Bornhausen, 5288, Agronômica Angeloni Santa Mônica, na Rua Nirberto Haase, 75 Angeloni Ingleses, na Rodovia SC 403, nº 6375 Angeloni Centro, Rua Esteves Jr, 307 Angeloni Bocaiúva, na Rua Bocaiúva, 12600, Centro Angeloni SC 401, nº 1484, João Paulo Angeloni Trindade, na Rua Professor Simão José Hess, nº 190 Angeloni Top Market, na Rua Hoepcke, 168, Centro Angeloni Jurerê, na Rua das Raias, 471 Posto Angeloni Trindade, Rua Lauro Linhares, 996, Trindade, Florianópolis Posto Angeloni Capoeiras, Av. Ivo Silveira, 3664, Florianópolis Posto Angeloni São José, Rua Cassol, 503, Kobrasol, São José

  • Câmara de São José condecora personalidades com a Medalha Infância Protegida - Frei Antônio Frinken

    Nesta terça-feira, 19, a Câmara Municipal de São José realiza Sessão Solene com a entrega da Medalha Infância Protegida - Frei Antônio Frinken. A partir das 19h, em Plenário, serão homenageadas personalidades em cujas histórias há ações relativas à erradicação do trabalho infantil, ao combate à violência e à promoção da cidadania por meio da educação, cultura, esporte e lazer. A solenidade terá transmissão ao vivo pela TV Câmara e cobertura das redes sociais. Homenageados 2026 Stefany Elishamma Filgueiras de Oliveira Fogaça Kunz – homenageada do vereador Adair Tessari Daniel Gonzaga de Melo Sombra – homenageado do vereador Alexandre Cidade Viviane Nunes Santos - homenageada do vereador Alexandre Rosa Mariae Lima - homenageado do vereador André Guesser Kaionara dos Santos - homenageada do vereador Carlos Eduardo Martins Daiany Cariny Oliveira de Lara – homenageada do vereador Cleber Fabiano Goulart Carlos Eduardo Areas – homenageado do vereador Clonny Capistrano Pedro Henrique Hoffmann - homenageado do vereador Constâncio Maciel Neto Diego Roth Rocha Faria - homenageado do vereador Cryslan de Moraes Carla Adriana Schauffert do Nascimento - homenageada do vereador Edilson Vieira Angela Fabiola Suartes Fernandes da Luz - homenageada do vereador Marcus Vinícius de Andrade Marcia Maria da Silva – homenageada do vereador Matson Luis Cé Mayara Albino Medeiros - homenageada do vereador Sanderson de Jesus Fernanda Lopes Kretzer - homenageada do vereador Sérgio Scarpa Erika Mara Caetano - homenageada da vereadora Vera Pinheiro Gonçalves Tiago Vicente - homenageado do vereador Vinicius Ramos

  • Aluno da rede municipal de São José embarca para disputar Mundial de Jiu-Jítsu nos EUA

    Bryan Dalprá de França acumula títulos nacionais e internacionais e representa São José em grandes competições O aluno da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Centro Educacional Municipal (CEM) Araucária, no bairro Serraria, em São José, Bryan Dalprá de França, está prestes a viver mais um momento marcante em sua trajetória no esporte. Aos 16 anos, o jovem atleta embarca nesta quinta-feira (21) para disputar o Mundial de Jiu-Jítsu, que será realizado no dia 28 de maio, em Long Beach, na Califórnia, Estados Unidos. A história de Bryan no esporte começou cedo. Aos 8 anos, foi inscrito pelos pais em aulas de karatê e futsal. Após os treinos de karatê, passou a acompanhar as aulas de jiu-jítsu e recebeu o convite de um professor para experimentar a modalidade. Gostou logo no primeiro treino e nunca mais parou. Pouco tempo depois, também iniciou no judô, modalidade que segue praticando paralelamente ao jiu-jítsu. Atualmente, Bryan treina na equipe Start Doing, sob orientação do técnico Luciano Bernert. A rotina é intensa: treinos de segunda a sábado pela manhã, além da preparação física no período da tarde. Com disciplina e dedicação, o atleta vem acumulando títulos importantes no cenário nacional e internacional. Entre as principais conquistas estão os títulos de campeão catarinense de jiu-jítsu em 2019, 2022, 2023, 2024 e 2025; e campeão mundial em 2022, em São Paulo. Em 2025, Bryan também foi vice-campeão brasileiro e campeão brasileiro NOGI no Rio de Janeiro. No ranking 2025 da Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu (CBJJ), ocupa a primeira colocação na categoria meio-médio faixa verde juvenil. Neste ano, sagrou-se campeão europeu em Portugal, em janeiro; campeão pan-americano na Flórida, em março; além do título brasileiro conquistado em maio, em Barueri (SP). Na semana passada, representando São José, foi campeão da primeira etapa dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc) em Santo Amaro da Imperatriz. Além do Mundial nos Estados Unidos, Bryan já se prepara para o Brasileiro NOGI, que acontece em junho, no Rio de Janeiro, e também para as competições de judô, com foco nos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs), no qual representa São José. No judô, Bryan foi vice-campeão nos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) em 2024, em Recife, representando Santa Catarina. Ano passado foi campeão estadual na categoria Júnior (18 anos) de judô categoria 66kg e representou Santa Catarina no Rio Grande do Sul. O jovem afirma que pretende seguir carreira profissional no esporte, tanto como atleta quanto como professor futuramente. “Quero continuar evoluindo, treinando e competindo. Os campeonatos fazem parte da preparação para os grandes desafios”, completou. A dedicação de Bryan também se estende aos estudos. No período da noite, o atleta frequenta as aulas no no CEM Araucária, modalidade da EJA, conciliando a rotina de treinos e competições com a vida escolar. “O Bryan é um exemplo de dedicação, disciplina e superação. Para toda a comunidade escolar, é motivo de muito orgulho acompanhar um estudante da nossa EJA representando São José e o Brasil em competições nacionais e internacionais. A trajetória dele inspira outros estudantes a acreditarem nos próprios sonhos”, destacou a coordenadora da EJA no CEM Araucária, Terezinha Firmina Flores dos Santos. Para Terezinha, incentivar o esporte também é uma forma de fortalecer a permanência dos adolescentes e jovens na EJA. Por isso, a equipe pedagógica e os professores adaptam atividades e avaliações, possibilitando que os estudantes conciliem a rotina escolar com as competições sem prejuízo ao semestre letivo.

  • Palhoça reforça ações de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes

    Durante o mês de maio, campanha intensifica a conscientização sobre a importância da denúncia e da proteção integral de crianças e adolescentes A Prefeitura de Palhoça, por meio da Secretaria de Assistência Social, reforça as ações de conscientização e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A iniciativa integra a mobilização do 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, e busca alertar a população sobre a importância da escuta, da atenção aos sinais e da denúncia. A campanha destaca que a violência sexual é crime e que a suspeita já é motivo suficiente para buscar ajuda. As denúncias podem ser feitas pelo Disque 100, canal nacional gratuito, anônimo e disponível 24 horas, além dos Conselhos Tutelares e das forças de segurança. O material da campanha reforça que “uma denúncia pode mudar ou salvar uma vida” e que “o silêncio protege o agressor; a denúncia protege a criança”. De acordo com o secretário de Assistência Social, Maurício Roque, o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes exige atuação permanente do poder público e o envolvimento de toda a sociedade. “Proteger crianças e adolescentes é uma responsabilidade coletiva. A Prefeitura tem trabalhado para fortalecer a rede de proteção, orientar a comunidade e garantir que situações de violência sejam identificadas e encaminhadas com seriedade, cuidado e prioridade”, destacou o secretário. Para a gerente do PETI em Palhoça, Jane Chiquetti, o município tem avançado na implementação de ações efetivas de proteção a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. “Nosso compromisso é garantir que crianças e adolescentes tenham seus direitos preservados e cresçam em ambientes seguros, protegidos e livres de qualquer forma de violência”, afirmou Jane. A Secretaria de Assistência Social reforça que casos suspeitos ou confirmados devem ser denunciados. A proteção começa com a atenção aos sinais, o acolhimento e a coragem de agir. Canais de denúncia Disque 100 – atendimento gratuito, anônimo e 24h Conselho Tutelar Proteção: (48) 3220-0402 | Plantão: (48) 98818-8590 Conselho Tutelar Semear: (48) 3220-0428 | Plantão: (48) 98818-8590 Polícia Civil, Polícia Militar ou Delegacia Especializada

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