13/03/2026

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- São José é referência no combate à tuberculose O município ficou classificado entre os que mais prescrevem o medicamento
A Prefeitura de São José foi contemplada, na última sexta-feira (22), com uma certificação da Secretaria de Estado da Saúde, pelo compromisso e eficiência no combate à tuberculose. O município ficou classificado entre os que mais prescrevem o medicamento para infecção latente por tuberculose (ILTB) no estado. A ILTB é uma condição na qual o indivíduo é portador da bactéria da tuberculose, mas ainda não desenvolveu a doença ativa. O tratamento adequado da ILTB é fundamental para prevenir o surgimento da tuberculose ativa, reduzindo assim os casos de transmissão e os impactos na saúde pública. Segundo a diretora da vigilância epidemiológica, Katheri Zamprogna, o reconhecimento é importante pois esse tratamento tem como objetivo evitar que pessoas que tenham o “bacilo incubado” venham a adoecer no futuro. “A nossa estratégia é sempre estar ofertando esse tratamento para a população HIV+, pois são os que mais tem chance de adoecer por tuberculose e morrer devido a essa doença. Assim, tratando a infecção latente por tuberculose, estamos evitando isso.” Quem tiver com sintomas ou dúvidas, deve procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou o Centro de Vigilância em Saúde, localizado na UBS Sede, no Centro Histórico. Secretaria de Comunicação de São José
- São José ultrapassa marca de 75% da iluminação pública com lâmpadas de LED
A Prefeitura de São José, dando sequência ao plano de modernizar toda a estrutura de iluminação pública do município, vem substituindo todas as lâmpadas multivapor metálico e de vapor de sódio por LED. Atualmente 75% da cidade já é iluminada pelo sistema mais moderno. De acordo com o secretário de Governo, Luiz Fernando Verdine Salomon, o plano de modernização da iluminação pública de São José já atingiu o percentual de 75% de lâmpadas de LED instaladas em diferentes regiões do município, com um investimento aproximado, até o momento, de R$ 20 milhões. O projeto começou em junho de 2022 e visa substituir as lâmpadas para tecnologia LED, mais econômica e duradoura, com investimento total aproximado de R$ 27 milhões. “São José está investindo em lâmpadas LED na iluminação pública, caminhando passo a passo para desabrochar com muita mais rapidez o ecossistema das Smart Cities, que é a porta de entrada para as cidades inteligentes. A forte tendência de crescimento das populações urbanas está levando os municípios a investimentos em novas tecnologias de implementação, com impacto positivo ainda no curto prazo”, reforça Verdine. Até esse momento, 12 bairros de São José já estão 100% iluminados com as lâmpadas de LED. Além de iluminarem melhor, trazendo mais segurança à população, as lâmpadas com essa tecnologia também propiciam economia de recursos aos cofres públicos, por consumirem significativamente menos energia elétrica. O impacto positivo desta iniciativa vai além do aspecto estético, alcançando também a esfera da sustentabilidade, proporcionando uma cidade mais ecológica e consciente. A modernização da iluminação pública não apenas eleva a qualidade de vida dos moradores, mas também impulsiona o desenvolvimento econômico e social de diversas regiões da cidade, ressaltou Verdine. Atualmente já são 13.471 pontos de iluminação pública com essa tecnologia, contemplando 1.300 ruas. A modernização apresenta uma performance considerável a respeito da eficiência e economia. A redução é de 51,6% no consumo de energia, com a potência de 121.000W. Enquanto as anteriores, possuíam lâmpadas multivapor metálico de 400W e 250W e vapor de sódio, contendo lâmpada de 150W, com a potência de 250.000W. Secretaria de Comunicação de São José
- Câmara de São José vai propor que Estado construa outro hospital público na região
Superlotação vivida pelo Regional e pelo Infantil Joana de Gusmão seria indicativo da falta de estrutura para o atendimento da população, que está entre as que mais cresce no País A Câmara Municipal de São José vai encaminhar expediente ao governo do Estado sugerindo a construção de um novo hospital público na Grande Florianópolis, que seja capaz de dividir a responsabilidade de atender a população com o Hospital Regional de São José. Este foi um dos principais encaminhamentos da Reunião Pública promovida na tarde desta quinta-feira (21), no Plenário da Casa Legislativa, que tratou do problema da superlotação da rede pública de hospitais na região. Estiveram presentes representantes da Secretaria de Estado da Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde de São José e da Secretaria Municipal de Saúde de Palhoça. Segundo o presidente da Câmara, vereador Matson Cé, a demora no atendimento e as filas no Hospital Regional e no Hospital Infantil Joana de Gusmão são alvo de reclamação diária da população nas últimas semanas, com expedientes, e-mails, vídeos e mensagens de todos os tipos chegando a todo o momento no gabinete dos vereadores. A Reunião Pública buscou esclarecer a situação e apontar encaminhamentos. “O Hospital Regional foi construído nos anos 1980, quando a população de São José era de 40 mil pessoas. Por mais que se projetem melhorias na estrutura atual, é preciso pensar também em uma nova estrutura. Estamos há muito tempo sem construir novos hospitais públicos. Que se aproveite por exemplo o Contorno Viário e se crie uma nova estrutura de referencia para os atendimentos regionais e até estaduais, como acontece até hoje com o regional”, defendeu Matson. De acordo com ele, o balanço do encontro desta quinta, com as sugestões e encaminhamentos, será encaminhado ao Estado na próxima semana. Causas da superlotação O avanço da dengue e das doenças respiratórias, nas últimas semanas, foi apontado como causa da superlotação vivida na região. A preocupação maior é com a dengue. O superintendente de vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, Fábio Gaudenzi, destacou inclusive que o número de casos de dengue vem crescendo em cidades como São José e apelou para a mobilização da sociedade contra o mosquito transmissor da doença. São José tem atualmente 516 casos confirmados e 3 pacientes internados. No Estado são 19.647 confirmados com 31 óbitos - 13 das mortes em Joinville e uma sendo investigada em São José. A situação mais crítica na Grande Florianópolis está em Tijucas, com 1126 casos e incidência de 2102,51 (casos por 100 mil habitantes). Os hospitais vêm recebendo um volume alto de pacientes, também, com síndromes respiratórias, especialmente crianças e com a presença do vírus H1N1. Tanto que, segundo o governo do Estado, já foram acionados protocolos para reforçar as equipes de atendimento, no Infantil e no Regional. Alerta de vacinação As autoridades de saúde do Estado e dos dois municípios presentes também fizeram um alerta para a redução da cobertura vacinal, registrada desde a pandemia da Covid-19. A desinformação e as Fake News sobre vacinas reduziram a procura pelos imunizantes. Atualmente, a presença da Covid e da H1N1 entre os diagnósticos das pessoas internadas nos hospitais da região, indica que a procura pelos hospitais pode aumentar ainda mais, agravada pela presença de outras doenças típicas de estações de transição, como o outono, que até então eram consideradas erradicadas. Entre elas o Sarampo e a Coqueluche. Secretaria de Comunicação de São José


