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1437 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Florianópolis está entre os destinos mais buscados para as férias de julho, aponta levantamento

    Florianópolis aparece entre os destinos mais procurados do Sul do Brasil para as férias de julho, segundo um levantamento de buscas realizado por uma plataforma global de viagens. O período de inverno, marcado por temperaturas mais baixas e paisagens características da estação, impulsiona a procura por cidades da região Sul. O estudo reúne as buscas feitas por viajantes brasileiros que planejam viagens para julho de 2026 e destaca destinos conhecidos pelo clima frio, gastronomia e opções de lazer típicas da estação. Florianópolis entre os destinos mais procurados do Sul No ranking geral dos destinos mais buscados por brasileiros, Florianópolis aparece entre as quatro cidades mais procuradas da região Sul para o período de férias de julho. A lista é liderada por Gramado (RS), seguida por Foz do Iguaçu (PR) e Curitiba (PR), com Florianópolis ocupando uma das posições de destaque entre os destinos mais pesquisados. A capital catarinense se mantém como uma das escolhas frequentes dos viajantes, especialmente por reunir praias, gastronomia, turismo urbano e atrações que seguem ativas mesmo no período de inverno. Destinos preferidos também entre famílias O levantamento também analisou os destinos mais buscados por famílias brasileiras para as férias escolares de julho. Nesse recorte, Florianópolis aparece entre os destinos mais desejados, ao lado de cidades como Gramado, Foz do Iguaçu, Curitiba, Balneário Camboriú e Canela. A combinação entre infraestrutura turística, opções de lazer e fácil acesso faz com que cidades do Sul, especialmente de Santa Catarina, sigam entre as preferidas para viagens em família. Interesse reforçado no inverno Os dados mostram uma tendência já conhecida do turismo brasileiro: o aumento das buscas por destinos do Sul durante o inverno. A estação favorece cidades com clima mais frio e experiências típicas da época, como gastronomia regional, eventos sazonais e paisagens naturais diferenciadas. Florianópolis, mesmo sendo tradicionalmente conhecida pelo turismo de verão, mantém forte presença nas buscas também neste período, reforçando sua diversidade de atrações ao longo do ano. Levantamento considera buscas, não reservas O estudo foi realizado com base em pesquisas feitas entre maio e junho de 2026 para hospedagens no mês de julho. Por se tratar de dados de buscas, os resultados não representam necessariamente o volume final de reservas, mas indicam as preferências e tendências de viagem dos usuários. A análise reforça o protagonismo de Florianópolis no cenário turístico nacional, especialmente durante o período de férias escolares e inverno no Brasil.

  • Startups apoiadas pelo INAITEC expandem operações para 24 estados e três continentes

    Empresas de tecnologia desenvolvidas no ecossistema de Palhoça mostram como inovação e conexões impulsionam crescimento nacional e internacional Empresas que nasceram ou se desenvolveram dentro do INAITEC, hub de Inovação e negócios de Palhoça, na Grande Florianópolis, ampliam sua presença no mercado e alcançam resultados que ultrapassam as fronteiras de Santa Catarina. Entre os exemplos está a Zedia, que atua em 24 estados e alcança cerca de 25 milhões de pessoas por mês, e a Oktopus, que leva tecnologia brasileira para três continentes. Criado em 2010, o INAITEC atua no fortalecimento de startups e empresas inovadoras por meio de programas de incubação, aceleração, mentorias, conexões de mercado e iniciativas de internacionalização. Um dos exemplos é a Oktopus, startup catarinense que desenvolveu uma plataforma para monitoramento e gerenciamento remoto de roteadores utilizados por provedores de internet. A solução permite acompanhar em tempo real milhares de dispositivos instalados nas residências dos assinantes, reduzindo custos operacionais e aumentando a qualidade dos serviços prestados. A empresa iniciou sua trajetória dentro do INAITEC ainda na fase de concepção do negócio. Durante o período de incubação, recebeu suporte para estruturação da operação, validação do modelo de negócio e preparação para entrada no mercado. “Atualmente estamos presentes em três continentes, levando tecnologia desenvolvida no Brasil para países como Inglaterra, Áustria, Itália, Taiwan e Estados Unidos. O INAITEC contribuiu para essa trajetória ao proporcionar conexões com outros empresários do ecossistema, mentorias e oportunidades como missões internacionais, que ampliaram nossas chances de sucesso”, destaca Leandro Machado, CEO da Oktopus. Outro exemplo é a Zedia, startup que passou pelo programa de incubação, é especializada em tecnologia e inteligência artificial para mídia, conteúdo e publicidade, e desenvolve soluções que aproximam a televisão tradicional da lógica das plataformas digitais. A tecnologia permite que emissoras compreendam melhor o comportamento da audiência e ofereçam experiências mais interativas e personalizadas aos espectadores. Hoje, a empresa mantém conexão com mais de 200 estações de televisão. Segundo João Vitor de Castro, diretor de Canais e Parcerias da Zedia, a participação no ecossistema do INAITEC foi importante para a evolução do negócio. “Tivemos acesso a programas de incubação, missões internacionais e, principalmente, à troca de experiências com outros empreendedores, algo que contribuiu diretamente para a evolução da empresa”, afirma. De acordo com o executivo, a companhia tem registrado crescimento médio de cinco vezes ao ano em indicadores como faturamento, base de clientes e equipe. O negócio começou com apenas duas pessoas e atualmente conta com cerca de 35 colaboradores. O instituto já apoiou mais de 350 empresas ao longo de sua trajetória. O modelo de atuação permite que empreendedores validem soluções em um ambiente reconhecido como a primeira City Lab da América Latina, conectando universidades, empresas, investidores, poder público e comunidade. Para Diego Chierighini, diretor executivo do INAITEC, os resultados mostram como um ecossistema de inovação forte pode contribuir para acelerar o crescimento de negócios com potencial global. “Trabalhamos para conectar empreendedores a conhecimento, mercado e oportunidades que ajudem a transformar boas ideias em empresas competitivas. Ver startups apoiadas pelo INAITEC alcançando novos estados e mercados internacionais demonstra o potencial do ecossistema de inovação que estamos construindo em Palhoça”, pontua.

  • São José inicia mobilização para implantação do Método Wolbachia no combate à dengue

    Ação contemplará mais de 143 mil moradores em oito bairros e integra estratégia inovadora e sustentável para reduzir casos de dengue, Zika e chikungunya A Prefeitura de São José deu início à fase de comunicação e engajamento do Método Wolbachia, uma tecnologia inovadora e sustentável que reforça o combate à dengue, Zika e chikungunya no município. Desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde, e operada pela Wolbito do Brasil, a iniciativa beneficiará diretamente 143.718 moradores de oito bairros da cidade. A etapa inicial tem como objetivo informar, orientar e aproximar a população do projeto antes da liberação dos mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia, uma bactéria naturalmente presente em diversos insetos e que impede o desenvolvimento dos vírus causadores dessas doenças no organismo do mosquito. Os bairros beneficiados serão Barreiros, Areias, Kobrasol, Ipiranga, Campinas, Serraria, Forquilhinha e Jardim Cidade de Florianópolis. Para o prefeito Orvino Coelho de Ávila, a adesão ao programa demonstra o compromisso de São José com soluções modernas e eficazes para a saúde pública. “São José está sempre buscando tecnologias e estratégias que tragam mais segurança e qualidade de vida para a nossa população. O Método Wolbachia já apresenta resultados positivos em diversas cidades e chega ao município como mais uma importante ferramenta no enfrentamento à dengue e outras arboviroses. Nosso objetivo é proteger as famílias josefenses e fortalecer as ações preventivas de saúde”, destacou o prefeito. Durante a fase de comunicação e engajamento, equipes Secretaria Municipal de Saúde, treinadas pela Wolbito do Brasil, promoverão atividades educativas em escolas, unidades de saúde, associações comunitárias e espaços públicos. Também serão realizadas campanhas em veículos de comunicação, redes sociais e materiais informativos para esclarecer dúvidas e estimular a participação da comunidade. A secretária municipal de Saúde, Sinara Landt Simioni, ressalta que a informação e o envolvimento da população são fundamentais para o sucesso da iniciativa. “O Método Wolbachia é uma estratégia baseada em evidências científicas e reconhecida internacionalmente. Por isso, é fundamental que a população conheça a tecnologia, entenda como ela funciona e participe desse processo. A comunicação transparente fortalece a confiança da comunidade e contribui para alcançarmos melhores resultados no controle das arboviroses”, afirmou. Após a conclusão desta etapa, terá início a liberação controlada dos chamados “Wolbitos”, mosquitos que carregam a bactéria Wolbachia. As solturas ocorrerão semanalmente por equipes especializadas e serão acompanhadas por monitoramento técnico e epidemiológico para avaliar a presença da bactéria e seus impactos na redução das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. A tecnologia é considerada segura, não utiliza produtos químicos, não altera geneticamente os mosquitos e já apresentou resultados expressivos em diversas regiões do Brasil e do mundo. Em cidades como Niterói (RJ), estudos apontaram redução de até 70% nos casos de dengue, além de impactos positivos no controle da Zika e da chikungunya. A iniciativa é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e aprovada pela Anvisa. Com a implantação do Método Wolbachia, São José passa a integrar um grupo seleto de municípios brasileiros que investem em inovação e ciência para fortalecer as ações de prevenção e promoção da saúde, ampliando a proteção da população contra as arboviroses. Sobre o Método O Método Wolbachia é conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde, e operado pela Wolbito do Brasil. A estratégia é baseada em evidências científicas e integra o conjunto de ações nacionais de enfrentamento às arboviroses. O Método Wolbachia utiliza mosquitos Aedes aegypti que carregam a Wolbachia, uma bactéria naturalmente presente em mais da metade dos insetos da natureza e que impede o desenvolvimento dos vírus das arboviroses no organismo do mosquito. Ao se reproduzirem, os insetos transmitem a bactéria para as próximas gerações, ampliando de forma progressiva e sustentável a presença da Wolbachia no ambiente. Com isso, os mosquitos têm capacidade reduzida de transmitir dengue, Zika e chikungunya. A metodologia é duradoura: estudos de comprovação científica demonstram que, mesmo após oito anos das primeiras liberações, os mosquitos mantêm a bactéria Wolbachia de forma estável na população. Atualmente, o Método está presente em 16 cidades no Brasil. as próximas cidades indicadas pelo Ministério da Saúde são: Ribeirão Preto, São Carlos, Araraquara e São José do Rio Preto (SP), Cariacica e Serra (ES), Contagem (MG), Foz do Iguaçu e Cascavel (PR) e Anápolis, Aparecida de Goiânia e Trindade (GO).

  • Central Funerária de São José passa a atender na sede da Prefeitura a partir de segunda-feira (29)

    Mudança acompanha nova regulamentação dos serviços funerários, que garante atendimento 24 horas, mais transparência e fiscalização no município A partir da próxima segunda-feira (29), a Central de Atendimento Funerário de São José passará a funcionar em novo endereço. O atendimento presencial será realizado diretamente na sede da Secretaria de Urbanismo e Serviços Públicos (Susp), localizada no prédio da Prefeitura de São José, na Avenida Acioni Souza Filho, na Beira-Mar de São José. O serviço presencial estará disponível diariamente das 7h às 19h. Já no período noturno e nos finais de semana, entre 19h e 7h, o atendimento continuará sendo prestado por meio do WhatsApp, pelo número (48) 98429-4464, garantindo suporte à população durante 24 horas por dia. A mudança integra um conjunto de medidas estabelecidas pelo Decreto nº 24.469/2026, publicado pela Prefeitura de São José para regulamentar a Lei Municipal nº 192/2026, que disciplina o credenciamento e a exploração dos serviços funerários no município. O objetivo é promover maior transparência, qualidade no atendimento às famílias e fortalecer a fiscalização dos serviços prestados pelas empresas autorizadas. Entre os avanços trazidos pela regulamentação está a definição de padrões mínimos obrigatórios para os serviços funerários, incluindo urnas infantis, adultas e adultas extra grandes, além da fixação de preços máximos para cada categoria. Os valores estabelecidos são de R$ 940 para o padrão infantil, R$ 1.250 para o adulto simples e R$ 1.670 para o adulto extra grande. As funerárias credenciadas poderão oferecer serviços de padrão superior, desde que respeitem a livre escolha do consumidor e apresentem todas as informações e preços de forma clara e transparente. O decreto também organiza o funcionamento da Central de Atendimento de Óbitos, responsável por orientar familiares, emitir autorizações para sepultamentos, administrar as capelas mortuárias municipais, divulgar a relação de funerárias autorizadas e coordenar o sistema de rodízio para a concessão do benefício funeral social. Outro ponto importante é a regulamentação do benefício funeral social destinado às famílias em situação de vulnerabilidade. O serviço será prestado sem custos ao cidadão e distribuído entre as funerárias credenciadas por meio de um sistema de rodízio, garantindo igualdade na prestação do atendimento. Para atuar no município, as empresas funerárias deverão cumprir uma série de requisitos, incluindo licenças sanitárias e de funcionamento, pagamento da taxa anual de autorização e regras específicas de localização. Entre as exigências, está a proibição de instalação a menos de 500 metros de hospitais, unidades de saúde, Instituto Médico Legal, delegacias ou de outras funerárias, além da distância mínima de um quilômetro da Central de Atendimento de Óbitos. Segundo o secretário de Urbanismo e Serviços Públicos, Michael Rosanelli, a regulamentação representa um importante avanço para a organização do setor. “Estamos modernizando a prestação dos serviços funerários em São José, garantindo mais transparência, respeito às famílias, atendimento humanizado e um controle mais eficiente por parte do poder público. Trata-se de um serviço essencial que precisa ser prestado com qualidade e responsabilidade”, destacou.

  • Nova adutora e pavimentação transformam mobilidade e abastecimento no bairro Areias, em São José

    Prefeito Orvino vistoria conclusão das obras e destaca melhorias que vão ampliar o fornecimento de água para a região da Serraria e Jardim Zanellato Moradores do bairro Areias já começam a sentir os benefícios de uma importante obra de infraestrutura realizada em parceria entre a Prefeitura de São José e a Casan. Após 45 dias de trabalhos para implantação da nova adutora de água tratada de 600 milímetros, em um trecho Rua Álvaro Medeiros Santiago, no bairro Areias, a Secretaria Municipal de Infraestrutura concluiu a recuperação e a nova pavimentação asfáltica da via. Nesta semana, o prefeito Orvino Coelho de Ávila e o secretário municipal de Infraestrutura, Nardi Arruda, realizaram uma vistoria no local para acompanhar o resultado das intervenções e conversar com os moradores da região. Entre eles estava a massoterapeuta Cláudia Suli Espíndola, de 58 anos, moradora da Rua Álvaro Medeiros Santiago há três décadas. Ela aproveitou a visita para agradecer pelas melhorias executadas. “Esperamos muitos anos por essa obra. Ficou muito melhor para quem mora aqui e utiliza a rua diariamente. Agora temos mais segurança e conforto para circular”, comentou Cláudia. Durante a vistoria, o secretário Nardi Arruda informou que as melhorias vão continuar. Segundo ele, assim que a Casan concluir a instalação da rede de abastecimento na Rua Henrique Alvim Corrêa, a Prefeitura realizará também a pavimentação do trecho afetado pelas obras. “O compromisso da Prefeitura é garantir que, após as intervenções de infraestrutura subterrânea, as vias recebam a recuperação adequada, devolvendo qualidade e segurança para os moradores”, destacou o secretário. O prefeito Orvino Coelho de Ávila ressaltou que a obra atende uma antiga reivindicação da comunidade e representa um avanço tanto na mobilidade urbana quanto no sistema de abastecimento de água. “Estamos acompanhando de perto uma obra muito importante para São José. Além da nova pavimentação, que melhora a qualidade de vida dos moradores, a instalação dessa adutora amplia a capacidade de abastecimento de água para uma região que cresceu muito nos últimos anos. É um investimento que traz benefícios imediatos e prepara a cidade para o futuro”, afirmou o prefeito. Mais água para a região da Serraria A nova adutora integra um conjunto de investimentos realizados pela Casan em parceria com a Prefeitura de São José para reforçar o sistema de abastecimento nos bairros Serraria e Jardim Zanellato. Nesta segunda etapa a obra está sendo executada para a instalação de quase um quilômetro de tubulação, entre a Rua Fagundes Varela, no Bairro Areias, até a marginal da BR 101. A meta da Casan é concluir as obras no primeiro semestre do ano que vem. De acordo com o chefe da Agência da Casan em São José, Luciano Irineu Oliveira, a estrutura permitirá ampliar a oferta de água tratada para milhares de moradores. “É uma melhoria muito importante para a população de São José, pois trará mais volume de água, vai melhorar a pressão e a qualidade do abastecimento, beneficiando além de Serraria e Jardim Zanellato”.

  • São José oficializa Caminhada do Amigo Down no calendário municipal

    Nova lei fortalece a conscientização sobre a Síndrome de Down e amplia ações de inclusão social no município A promoção da inclusão, do respeito às diferenças e da valorização da diversidade ganhou um importante reforço em São José. O prefeito Orvino Coelho de Ávila sancionou a Lei Municipal nº 6.594, de 19 de junho de 2026, que institui a “Caminhada do Amigo Down – O Abraço da Inclusão” no Calendário Oficial de Eventos do município. A iniciativa será realizada anualmente no mês de março e tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a Síndrome de Down, fortalecer a inclusão social e estimular a participação ativa das pessoas com a condição em todos os espaços da vida comunitária. Com a nova legislação, a caminhada passa a integrar oficialmente a agenda de eventos da cidade, consolidando-se como uma ação permanente de mobilização social, sensibilização e defesa dos direitos das pessoas com Síndrome de Down. Entre os objetivos estabelecidos pela lei estão a promoção da conscientização sobre a condição, a desconstrução de preconceitos, a valorização das capacidades e talentos das pessoas com Síndrome de Down e o incentivo à construção de uma sociedade mais acolhedora e inclusiva. A legislação também destaca a importância de fomentar a integração social, garantindo o reconhecimento da dignidade, dos direitos e da participação plena dessas pessoas nas diversas atividades da comunidade. Outro aspecto relevante é a disseminação do simbolismo do abraço como gesto de acolhimento, empatia e aceitação. O prefeito Orvino ressaltou a importância da iniciativa para o fortalecimento das políticas de inclusão no município. “São José é uma cidade que trabalha para garantir oportunidades e respeito para todos. A inclusão precisa estar presente no dia a dia da nossa comunidade, e a Caminhada do Amigo Down representa exatamente esse compromisso de acolher, conscientizar e valorizar cada cidadão”. A lei também autoriza o Poder Executivo Municipal a oferecer apoio logístico para a realização do evento, em parceria com as entidades organizadoras, priorizando a participação da comunidade e o engajamento das famílias.

  • Florianópolis: Avaí recebe proposta de SAF com investimento de mais de R$ 400 milhões e plano para quitar dívidas

    O futuro do Avaí Futebol Clube pode entrar em uma nova fase. Depois de mais de três anos de debates sobre a transformação do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), uma proposta oficial foi apresentada e será analisada pelo Conselho Deliberativo na próxima terça-feira, dia 30 de junho. O documento, chamado de Termo de Compromisso de Investimentos, reúne um amplo plano para fortalecer o futebol profissional, ampliar os investimentos nas categorias de base, modernizar a infraestrutura do clube, quitar o passivo financeiro acumulado ao longo dos últimos anos e garantir recursos para a manutenção das atividades do Leão da Ilha. A proposta foi apresentada pela Kactus Capital, gestora de investimentos com 16 anos de atuação no mercado brasileiro e ligada a um importante family office inglês. A empresa já mantém relação financeira com o Avaí há algum tempo, participando de operações que contribuíram para o fluxo de caixa do clube, além de possuir experiência na estruturação de investimentos voltados ao futebol brasileiro. O grupo de investidores também reúne profissionais com atuação nos mercados financeiro e esportivo. Entre eles está o ex-meia Rodriguinho, bicampeão brasileiro pelo Corinthians e com passagens por Cruzeiro e Seleção Brasileira. A expectativa é que ele atue como elo entre a gestão esportiva, o mercado do futebol e o elenco profissional. O grupo ainda conta com investidores que acumulam experiências em clubes brasileiros e europeus, incluindo operações envolvendo Coritiba e Le Mans, da França. O plano prevê um investimento mínimo superior a R$ 400 milhões ao longo da parceria. Somente nos três primeiros anos da SAF, está previsto um aporte de pelo menos R$ 25 milhões anuais destinados ao futebol profissional e às melhorias estruturais do clube. O compromisso também estabelece a manutenção de um patamar mínimo para a folha salarial do departamento de futebol. Além disso, estão previstos cerca de R$ 5 milhões para obras de manutenção e melhorias no Estádio da Ressacada e no Centro de Treinamento durante os próximos cinco anos. As categorias de base também fazem parte do projeto, com garantia de R$ 20 milhões em investimentos ao longo de dez anos, reforçando o desenvolvimento de novos atletas. Como medida imediata para reforçar o caixa do clube, a proposta ainda prevê um empréstimo-ponte de R$ 5 milhões, permitindo maior estabilidade financeira enquanto o processo de implantação da SAF avança. Outro ponto central da proposta é o enfrentamento da situação financeira do Avaí. O grupo investidor assume a responsabilidade de quitar as dívidas históricas do clube, que atualmente representam um dos principais desafios para a administração. Segundo levantamento realizado por uma comissão do próprio Conselho Deliberativo, o endividamento praticamente dobrou nos últimos três anos. Em 2023, o passivo era estimado em R$ 159 milhões. Atualmente, esse valor chega a aproximadamente R$ 295 milhões. Além dos investimentos e da reorganização financeira, o documento estabelece uma série de garantias para preservar a identidade do Avaí. O patrimônio histórico permanece protegido, assegurando que o Estádio da Ressacada continue pertencendo à Associação. O texto também determina que a futura SAF não poderá alterar elementos considerados parte da tradição do clube, como o brasão, as cores, a marca, a alcunha e o hino. Outro ponto previsto é a participação da Associação na governança da SAF, com direito a um terço das cadeiras do Conselho de Administração, mesmo mantendo apenas 10% das ações. A proposta ainda abre caminho para uma futura participação da torcida na estrutura societária. O projeto prevê que os torcedores possam adquirir, futuramente, uma parcela de pelo menos 10% das ações da SAF, tornando-se sócios investidores do clube. Agora, toda a documentação será analisada pelos conselheiros antes da reunião decisiva marcada para o dia 30 de junho. A votação definirá os próximos passos de um projeto que poderá representar uma das maiores mudanças da história do Avaí e do futebol de Florianópolis.

  • Novo Plano Diretor propicia nova configuração urbana em Florianópolis

    Debatido no Summit Cidades 2026, o instrumento criado pela revisão do Plano Diretor reorienta o desenvolvimento urbano da capital catarinense, cria recursos inéditos para habitação social e exige monitoramento permanente para garantir resultados Florianópolis está diante de um momento de inflexão. A revisão do Plano Diretor da cidade não apenas atualizou regras de uso e ocupação do solo, mas também abriu caminho para um modelo de crescimento urbano em que o espaço público, a mobilidade e as pessoas passam a ocupar o centro das decisões. Foi esse o diagnóstico que guiou o debate no Palco Cidades Inteligentes do Summit Cidades 2026, mediado pelo vereador Rafael de Lima e por Gustavo Bulcão Viana, diretor do Sinduscon Grande Florianópolis. Um dos efeitos mais concretos do novo marco regulatório é o salto na arrecadação com outorga onerosa, que passou de valores abaixo de 10 milhões por ano para potenciais R$ 100 milhões ao ano. Os recursos vão para os fundos de desenvolvimento urbano e fundo de habitação, que podem ser usados para construção de moradias sociais e para a qualificação de espaços públicos. O resultado é inédito: pela primeira vez, Florianópolis tem uma linha de financiamento prevista em orçamento para habitação de interesse social. “Cada edifício erguido com potencial construtivo adicional contribui diretamente para esses fundos”, explicou Michel Mittmann, que foi um dos coordenadores da revisão do Plano Diretor. No espaço físico da cidade, os efeitos já começam a aparecer. Mais de 17 ruas estão com projetos de melhoria em andamento. A fruição urbana, mecanismo que obriga novos empreendimentos a abrir passagens e espaços permeáveis no térreo, deve ampliar em 15% a área disponível para os pedestres. Antigas servidões que não se conectavam entre si poderão ser integradas, criando novos percursos e pontos de convivência nos bairros. Para Mittmann, o instrumento ainda está em fase inicial e precisa de tempo para revelar seu alcance. “O novo sempre causa medo. A hora que as coisas acontecerem, as pessoas vão entender, afirmou. O Laboratório de Urbanismo Aplicado (LUA) é um dos agentes que opera nessa nova configuração. O laboratório reúne arquitetos, urbanistas, empresas e prefeitura em torno de boas práticas e soluções inovadoras desenvolvidas em cidades de todo o mundo, e atua no espaço que a gestão municipal, sozinha, não consegue cobrir: a qualificação do espaço público viabilizada pela pressão sobre os terrenos privados. Tatiana Filomeno, diretora executiva do LUA, apontou uma mudança de postura que considera estrutural no setor. “Os arquitetos estão virando urbanistas, desenhando para fora”, disse. O empresário Daniel Dimas da Silva, CEO da Dimas Construções, trouxe a perspectiva de quem atua no mercado imobiliário local há mais de quatro décadas. Para ele, o Plano Diretor abriu um debate que antes não encontrava espaço no setor. “A outorga deu um poder de transformação muito grande. A gente vê urbanistas, pesquisadores, pessoas que não são da construção civil, falando da cidade. Esse debate é fundamental para continuarmos crescendo com qualidade”, afirmou. Daniel defendeu que o setor privado precisa incorporar esse olhar de forma sistemática. “O empreendedor tem que olhar a cidade como um todo, não só para o empreendimento”, disse. Um dos consensos do painel foi a necessidade de monitoramento contínuo. “Instrumentos novos exigem acompanhamento de indicadores, abertura para correções de rota e compromisso de longo prazo de todos os atores envolvidos, públicos e privados. Nos próximos cinco anos teremos a primeira onda concreta dos efeitos da revisão do Plano Diretor”, avaliou Daniel Dimas. Mittmann reforçou: “O grande legado é pensar a cidade a partir do espaço público, mas os conceitos precisam ser verificados no tempo. Acredito no monitoramento de longo prazo e no compromisso de todos”, disse.

  • Edital para construir rodovia de seis pistas ligando Biguaçu a Joinville é lançado

    O governador Jorginho Mello (PL) lançou, nesta quarta-feira (24), o edital para licitação das obras do primeiro lote da Viamar – a maior obra rodoviária da história de Santa Catarina, que conectará Biguaçu, na Grande Florianópolis, à Joinville, na região Norte do Estado. O trecho inicial, correspondente ao lote 4, tem 25,7 quilômetros de extensão entre a SC-486, em Itajaí, e a SC-414, entre Luiz Alves e Navegantes, com investimento previsto de aproximadamente R$ 2,2 bilhões. “É um dia histórico. Nós estamos dando hoje início a um novo tempo em Santa Catarina. A Viamar vem pra desafogar toda essa região que não aguenta mais depender da BR-101. Nossa população merece respeito, quem produz no nosso estado merece respeito. E respeito é ter por onde circular com segurança, é ter por onde escoar a produção de maneira rápida, ágil e sem filas gigantescas. E a Viamar é isso, é progresso, respeito e desenvolvimento para Santa Catarina”, afirmou o governador Jorginho Mello. O segmento contará com quatro pontes, quatro viadutos e três obras de contenção, em um trecho que cruza a BR-470 e a SC-412, Rodovia Jorge Lacerda. Com o lançamento do edital, tem início o prazo de 90 dias para o recebimento de propostas e posterior definição da empresa vencedora. “Hoje é um grande dia para Santa Catarina, é um marco histórico. A obra, tão esperada pelos catarinenses, e que só o governador Jorginho Mello teve a coragem de realizar. Hoje estamos lançando aqui uma obra histórica, que será lembrada por muitos e muitos anos”, resumiu a vice-governadora, Marilisa Boehm. A licitação é integrada, prevendo que as próximas etapas para dar início à obra fiquem sob responsabilidade da empresa vencedora do certame. “O processo licitatório foi lançado. Nós iremos acolher as propostas no dia 21 de setembro. E a partir daí, obviamente, todo o rito pra que a gente possa fazer a seleção da empresa e depois iniciar a obra. Uma obra que tem o prazo de 42 meses para finalizar. Uma obra que coroa aquilo que a engenharia catarinense pôde produzir. E nós temos certeza que esse é um marco para a Santa Catarina, para o Norte de Santa Catarina, para todo o Sul do Brasil, que utiliza hoje a BR-101 colapsada. Então, uma iniciativa importante, um projeto ousado, mas o governador Jorginho determinou que se fizesse e hoje aqui estamos materializando”, ressaltou o secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Ricardo Grando. O traçado da nova rodovia é paralelo à BR-101, funcionando como uma alternativa de mobilidade para resolver os gargalos logísticos do Litoral Norte, que tem economia desenvolvida, mas que sofre com o trânsito sobrecarregado. A região registra grande circulação de caminhões devido à movimentação dos portos, além de atrair milhares de turistas e visitantes ao longo do ano. O projeto tem como objetivos desafogar o trânsito do Litoral Norte, escoar a produção portuária com mais eficiência e reduzir o tempo de viagem entre os municípios. Sobre a nova rodovia Ao todo, a Viamar terá 145 quilômetros, ligando o Contorno Viário da Grande Florianópolis a Joinville. A nova rodovia contará com três pistas em cada sentido, velocidade máxima de 120 km/h e padrão de serviço classe 0 – o que garante baixo número de interseções e acessos, priorizando o tráfego expresso. O investimento total deve superar R$ 7 bilhões.

  • São José apresenta experiência da implantação da plataforma CadEja em Fórum Regional

    Evento, em Palhoça, reuniu educadores de municípios da Grande Florianópolis para troca de experiências São José participou, na quinta-feira (25), do III Fórum Regional de Partilha da Educação de Jovens e Adultos (EJA), realizado na Casa do Educador, em Palhoça. O encontro reuniu profissionais dos municípios da região para compartilhar experiências, práticas pedagógicas e iniciativas voltadas ao fortalecimento da Educação de Jovens, Adultos e Idosos. Representando o município, a coordenadora da EJA de São José, Simone Warmling, detalhou a implantação do CadEja na rede municipal. A plataforma nacional permite que pessoas interessadas em voltar a estudar registrem essa demanda e recebam orientações para a matrícula. “A apresentação possibilitou a troca de conhecimentos com educadores de outras cidades e evidenciou as estratégias adotadas pela rede josefense para qualificar o atendimento aos estudantes da modalidade”, explicou Simone Warmling. De São José, também estiveram presentes: a assessora pedagógica Roberta Silvano, as coordenadoras dos polos da EJA e professores da rede municipal. Sobre o Fórum O Fórum integra as ações do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e conta com representantes dos municípios de Palhoça, São José, Biguaçu, São Pedro de Alcântara e Santo Amaro da Imperatriz. Com o tema “Saberes da EJA: partilhas, práticas e construção de sentidos”, o evento proporcionou um espaço de diálogo, reflexão e valorização das experiências desenvolvidas pelos profissionais da educação, fortalecendo a integração entre os municípios e incentivando o compartilhamento de boas práticas voltadas à formação e à permanência dos estudantes na Educação de Jovens e Adultos.

  • João Cobalchini destaca a importância do Summit Cidades para os municípios de Santa Catarina

    O Presidente da Câmara Municipal de Florianópolis, o vereador João Cobalchini, avaliou como “oportuna e muito produtiva” a realização do Summit Cidades 2026, no Centro Sul, em Florianópolis. Durante os três dias, o chefe do Poder Legislativo Municipal participou de debates e esteve em contato direto com empresários, gestores e líderes de todo o Estado e do Brasil. De acordo com João Cobalchini, o evento se consolidou nacionalmente e é uma grande oportunidade de conexão entre as pessoas. “O Summit cresce a cada edição e é uma porta aberta para o desenvolvimento dos municípios, através do diálogo e das experiências vividas que são trocadas nos 3 dias de convivência. Foi uma semana muito produtiva para todos os participantes que puderam coletar informações estratégicas e obter novos conhecimentos”. Cobalchini comandou no evento o “Podcast com o Presidente” que ouviu lideranças e administradores públicos de todas as regiões de Santa Catarina: Grande Florianópolis, Norte, Sul, Serra, Alto Vale e Oeste. Para ele, o podcast foi um momento de troca de ideias entre as pessoas e para se ter ciência das demandas existentes em cada município do Estado. “Aqui no Summit a gente ouviu as necessidades não somente dos grandes centros. Mas por exemplo, de Antonio Carlos na Grande Floripa, de Planato Alegre no Oeste e de Camboriú no Litoral. Foi dada voz aos gestores públicos que muitas vezes tem pouco espaço para expor seus problemas e também os planos de trabalho”, concluiu. O Summit Cidades é um evento de referência nacional voltado à inovação, gestão pública e desenvolvimento urbano sustentável. Reúne gestores, especialistas, lideranças e representantes de diversos setores para debater tendências, compartilhar boas práticas e promover soluções que contribuam para a modernização e o fortalecimento dos municípios brasileiros.

  • CPI do Orelha é rejeitada na Alesc e Mario Motta diz que vai buscar mais assinaturas

    O pedido de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Caso Orelha foi rejeitado pela Procuradoria da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). O deputado Rodrigo Minotto (PDT), que havia assinado o requerimento, retirou o seu apoio de última hora. Com isso, o documento retornou para 13 assinaturas, uma a menos do necessário para a instalação. Autor do pedido de abertura da CPI, o deputado Mário Motta (PSD) afirmou que irá retomar os esforços para coletar novas assinaturas. “Por que há um movimento tão grande para impedir essa CPI? A sociedade tem dúvidas justas sobre o processo, e essas dúvidas não vão parar enquanto o que aconteceu não for esclarecido. Essa é uma oportunidade única para isso. Para esclarecer, por exemplo, se houve ou não uso político das instituições”, frisa. O parlamentar voltou a afirmar que o objetivo da CPI não é apontar culpados ou realizar pré-julgamentos. “Não estamos falando de caça às bruxas, tampouco perseguição. É justamente o contrário. Queremos dar a oportunidade para os envolvidos nas investigações justificarem o arquivamento do caso. Existe um relatório de quase 170 páginas em sigilo de Justiça, laudos que se contradizem e declarações públicas que nos fazem questionar diversas decisões”, completa.

Jornal impresso sobre o município de São José e região metropolitana Grande Florianópolis -
Santa Catarina - Brasil


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